Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 

 
 

 






 
WFTU    FSM
 
Federação Sindical Mundial


17º Congresso da FSM

Durban, África do Sul 2016

Centenas de trabalhadores dos 5 continentes estão chegando em Durban, África do Sul, e estão reunidos no Centro Internacional de Convenções Inkosi Albert Luthuli, em Durban, com grande entusiasmo a heroica da África do Sul.
 os números no Congresso: 
-1200 delegados sindicais 
-111 países dos 5 continentes 
-340 mulheres sindicalistas 
-112 oradores
-31% dos delegados são do setor público  
-69 % empregados privados.

Intervenção do Presidente da Central Sindical UST, Carlos Borges, no 17º Congresso Sindical da FSM - Federação Sindical Mundial, África do Sul.

 

17ª Federação Sindical Mundial

Durban - África do Sul

 

 

Congresso em reconhecimento e respeito da terra heroica da África do Sul e expressão de Internacionalista Solidariedade com os povos de todo o Continente Africano. A classe trabalhadora em luta:

 - A crise capitalista internacional.

Uma crise que se intensifica a competição entre os monopólios e obriga a implementação de políticas anti-trabalhistas que procura impor o peso da crise sobre os ombros das massas trabalhadoras.

 - As contradições inter-imperialistas  geram guerras e conflitos.

Para o controle dos recursos naturais, mercados, controle de territórios, a competição entre as forças imperialistas e seus satélites  gerando guerras, conflitos e intervenções em diferentes países.

  - A reconstrução da esfera política.

Os socialdemocratas e os neoconservadores são utilizados pelo sistema capitalista  para a política da classe dominante.

  - A luta da classe trabalhadoras em todo o mundo.

A reação brutal dos Governos e os capitalistas que respondem contra as lutas justas dos trabalhadores com prisões e assassinato de sindicalistas. Os trabalhadores luta contra as políticas antipopulares neoliberais com perspectiva positiva para abrir novos caminhos para a reconstrução do movimento sindical classista.

Começam as preparações para o
17º Congresso Sindical Mundial
                      
O Comitê Organizador, composto por sindicatos sul-africanos e responsáveis pela organização do 17º Congresso Sindical Mundial-FSM, realizou reunião em Johannesburgo e hoje em Durban para organização do Congresso.  O Comitê é composto por lideranças sindicais de diversas organizações na África do Sul. A discussão foi substancial e de consciência de militantes.
O planejamento para sediar o mais importante evento sindical mundial para o movimento classista começou.

Em nome da sede central da FSM os camaradas Nikolas Theodorakis e Anda Anastasaki estiveram presentes nas reuniões.

 
 
Solidariedade internacional
 
UIS dos Aposentados apoia a classe trabalhadora francesa
 

 

 

Quim Boix  Secretário-Geral da UIS - União Sindical Internacional do Aposentado

 
Barcelona (Estado espanhol), 16 de novembro de 2015
 



A UIS - União Sindical Internacional dos Aposentados da Federação dos Sindicatos Mundial (FSM), expressa a nossa condenação ao trabalhador francês, pelos fortes dos ataques criminosos realizados em Paris sexta-feira passada. Expressamos a nossa solidariedade para com as vítimas e suas famílias e com a classe trabalhadora e o povo francês.

Essas ações criminosas são mais um episódio no cenário global violência gerada pelo imperialismo internacional, fruto da sua vontade de controlar a riqueza do planeta.  Para isso utiliza guerra, contra os colonos a centenas de anos. O mesmo crime (também disfarçados objetivos teóricos nobres) tem o objetivo de saquear os povos.

 A Primeira e Segunda Guerra Mundial (ele vivida pelos veteranos nossos líderes UIS) também serviu ao capitalismo "Reorganizar" seu controle sobre a economia mundial. Aqueles que realmente sofrem os resultados de todas as guerras são classe e povos trabalhando.

O presidente francês, Françoa Hollande, como um socialdemocrata e líder imperialista (ataca a Síria cinco anos), aumentou o lançando bombas sobre Povo sírio.  Guerra desigual em que alguns usam os exércitos dos estados, recebe a resposta esporádicos, como em outras forma de  guerrilheiros a ser utilizado. Mais uma vez, em a história da humanidade, as religiões são usadas para fanatizá-la  e confundir os "Guerreiros".

A paz que só será possível quando nós terminamos com o capitalismo predador e seu braço armado, a NATO imperialista, além de todos esses eventos que serão utilizados pela burguesia como atual governante, na maioria dos países da classe mundial, para dar novas medidas para consolidar suas formas ditatoriais e neofascista de governar, que utilizada para controlar a classe trabalhadora.

Os governos imperialistas de os EUA, UE, e especialmente a própria Governo francês têm financiado e armado forças islâmicas reacionárias há anos, numa tentativa para desestabilizar Oriente Médio e Norte da África, para facilitar a sua pilhagem das riquezas de cada zona. Agora é o petróleo recentemente descoberto e gás na Síria, o que os atrai para saquear.

As consequências desta e de outras agressões imperialistas são diariamente: milhares de mortos na Síria e em outros países, com destruição de fábricas, infraestrutura e hospitais, com apoio da OTAN (como os Médicos Sem recentemente Fronteira com o Afeganistão); milhares de refugiados e migrantes, a quem parece desleal à fortaleza do conjunto de Estado Europeu.

Apelamos à classe trabalhadora francesa, e a classe trabalhadora internacional, para que não seja manipulado e enganados nesta situação, e não atuar como figurantes em legitimar aqueles por trás destes ações. Estes atos de terrorismo procuram manipular a consciência de a classe trabalhadora e setores populares para empurrá-los para apoiar ações contrárias aos seus interesses. Enquanto os líderes imperialistas planejar de seus confortáveis ​​escritórios de guerras, a classe trabalhadora e os povos sofreram assassinatos sob a coordenação de organizações anticapitalistas.

Os trabalhadores e os povos devem intensificar a luta contra as guerras e agressões imperialistas.

A classe trabalhadora e os povos têm que organizar sua luta diária para o fim do capitalismo, condição indispensável desaparece OTAN do imperialismo.

O povo é soberano e com a classe trabalhadora (única produtora de riqueza) podemos decidir o futuro da humanidade por caminho pacífico. imprimir

 
FSM condena veementemente o governo imperialista de Israel, reprimiu a dirigente sindical chilena Viviana  Abud no aeroporto em Tel Aviv
 

SINDICATO INTEREMPRESA DE LA GRAN MINERÍA Y RAMAS ANEXAS

-FSM- A Federação Mundial de Sindicatos que representam 92 milhões de trabalhadores nos 5 continentes, expressou forte condenação e repúdio das forças repressivas do governo sionista de Israel à repressão cruel e humilhação perpetrada contra o Secretário-Geral da União Inter-empresa do Grande Mining and Branches anexa de Chile (SITECO) Abud Viviana companheiro e membro da Coordenação Latino-americana de Mulheres Sindicalistas, no Aeroporto Ben-Gurion, em Tel Aviv.

Viviana companheiro Abud, como líder sindical chilena participou na Conferência Internacional das Mulheres Trabalhadoras realizada em Chipre 1 e 2 de Novembro, organizada pela FSM -FSM-, a partir de 03 de novembro de retornar aos delegados internacionais seus países de origem, no caso de Viviana companheiro Abud teve de fazer a conexão via aeroporto de Tel Aviv para continuar o vôo para Santiago.

Os repressores uniformizados sionista de Israel, o companheiro Viviana preso no aeroporto Abud disse, embora ele estava em trânsito, levou a uma sala de interrogatório, não foi objeto de estilizações, ameaças agressivas e perguntas ofensivas e rever o seu roupas para o seu corpo. Em seguida, eles levaram a um lugar proibitivo para mover o aeroporto embora eu tive que esperar 8 horas para embarcar no vôo para Santiago. Mas não estão em conformidade com tais abusos e humilhações, para embarcar no avião para Santiago novamente, ela foi separada das passagens para mais interrogatórios.

A Federação dos Sindicatos da FSM expressa a sua total solidariedade e colega Viviana honrando o proeminente líder trabalhista, o crime pelo qual ele foi submetido pelo sionismo israelense, é uma afronta à união mulheres trabalhadoras.  A FSM condena mais uma vez o governo sionista de Israel para a repressão repetida de sindicalistas pertencentes ao FSM, como a agressão foi o tema há vários meses no aeroporto de Tel Aviv outro líder do FSM responsável Imprensa Departamento do FSM.

O FSM vai para organismos internacionais, atitude repressiva do governo sionista de Israel contra o FSM e crimes contra a humanidade perpetrados pelo povo palestiniano.

70 Aniversários da FSM construindo a Unidade Internacional dos Trabalhadores
03 out 2015

Intervenção Wilson Santos – UST / Brasil

 

Bom dia companheiros,    Caros irmãos e irmãs de luta,

 

Muito se falou da crise internacional do capitalismo e talvez o que se pode acrescentar às falas anteriores é que essa última crise não é apenas mais um crise cíclica onde o capital consegue se recuperar, em partes, a cada 10 anos. O carácter dessa crise é estrutural, ou seja, a queda tendencial dos lucros impede um mínimo nível de estabilidade econômica dos capitalistas cada vez em períodos mais curtos onde a saída para a crise tem sido mais mais exploração dos trabalhadores, mais retiradas de direitos, mais precarização do trabalho, jornadas mais longas, mais arrocho salarial. Também mais guerras e violências contra os povos, porque as guerras imperialistas são guerras de rapina, de saques e espoliação das riquezas produzidas por outras nações.

As milhares de famílias que são forçadas a saírem das suas cidades após verem seus lares destruídos é a expressão mais bestial do imperialismo. As bombas atiradas por organizações extremistas e reacionárias são fabricadas nos EUA. Assim como as bombas que destruíram os lares dos trabalhadores iraquianos, afegãos, líbios, palestinos... Todas são bombas MADE IN USA.

Fidel Castro disse anos atrás: “as bombas podem matar os famintos, os doentes, os ignorantes, mas jamais poderá acabar com a fome, com as enfermidades, com a ignorância. Jamais poderão acabar com a justa rebeldia dos povos”.

Não nos enganemos, o capitalismo imperialista não se exitará em acabar com a metade das forças produtoras para se manter no poder.

Lutar contra o genocídio imperialista é a tarefa fundamental do movimento sindical classista. E é o que tem feito a FSM desde a sua fundação até os dias de hoje. Há 70 anos, a FSM tem sido a nossa principal trincheira de luta não só no campo internacional. E hoje, muito mais que em outros tempos, estamos vivenciados um momento crucial para o avanço da luta dos trabalhadores rumo à sua emancipação.

Necessitamos urgentemente partir para a contraofensiva, dar ação às falas, materializar os discursos em nossas práticas e organizar os trabalhadores rumo à tomada do poder. Afinal, o movimento sindical classista jamais poderá estar sob a vontade de governos reformistas, sociais democratas ou de direitas. O movimento sindical classista deve ser livre, independente e democrático.

Não podemos seguir alimentando ilusões aos trabalhadores enquanto governos como o da Dilma/PT no Brasil, aplica um nefasto plano de austeridade para salvar os patrões e banqueiros, retirando direitos dos trabalhadores, cortando recursos destinados aos programas sociais (R$ 12 bilhões da saúde e outros R$ 10 bilhões da educação) e promovendo a entrega das nossas riquezas para empresas privadas como as privatizações de portos, aeroportos, rodovias e campos petrolíferos. Há hoje no congresso uma proposta do governo para votação que autoriza a redução da jornada de trabalho juntamente com o salário e que as empresas que participarem desse programa, receberão um subsídio do próprio governo.

É inaceitável o apoio do movimento sindical classista à esses tipos de governos que priorizam o capital e jogam o peso da crise sobre as costas dos trabalhadores. Governos afundados em denúncias de corrupção e que reprimem e criminalizam as manifestações populares.

Por isso companheiros, é importante ressaltar que o internacionalismo internacional não pode ficar apenas no campo dos elogios. É necessário ter coerência entre o discurso e a prática, pois é aí que devemos nos diferenciar do sindicalismo reformista e socialdemocrata. Deixar-nos se enganar com propostas como BRICS, MERCOSUL entre outras organizações capitalistas que servem apenas para regionalizar, fatiar os mercados regionais é continuar iludindo os trabalhadores. Todos os governos ditos progressistas se esgotaram politicamente e economicamente.

Nessa comemoração dos 70 anos da FSM, a Central Sindical UST, que não é uma central governista, reafirma seu comprometimento com o sindicalismo classista, lutando juntamente com a FSM e estendendo sua trincheira de luta para todo lugar onde haja um trabalhador e trabalhadora explorada pelo capitalismo. Não podemos ficar jamais a reboque dos que nos oprime. Avançar na luta pela emancipação da classe proletária é avançar na luta contra o capitalismo e na construção do socialismo.

Viva a FSM!

Viva a UST!

Viva unidade internacional  Trabalhadores!

 

 
Wilson Santos  Vice Presidente Internacional 
Central Sindical UST
 

 

CBAPI participa de ato cultural que celebrou os 70 anos da Federação Sindical Mundial

Presidente da CBAPI – Central Brasileira do Aposentado, Pensionista e Idoso, Izidoro Santos, presente no Simpósio Sindical Internacional, evento realizado na cidade de São Paulo entre os dias 01 e 03 de outubro. Na ocasião, dirigentes sindicais de todos os continentes participaram da comemoração do septuagésimo 70 anos do aniversário da Federação Sindical Mundial-FSM.
O Simpósio discute soluções e estratégias de resistência à ao capitalismo mundial, como a segurança dos empregos, a conjuntura e os desafios para a classe trabalhadora e maior qualidade de vida aos aposentados.
Foram dois dias de intensos debates que tiveram a participação de 127 delegados e delegadas de 42 países representando 78 organizações nacionais e internacionais.
70 anos da FSM
Federação Sindical Mundial
Os 70 anos da Federação Sindical Mundial (FSM) foi comemorado com a realização do Simpósio Sindical Internacional, de 1º a 3 de outubro, em São Paulo Brasil, participam do encontro os representantes dos cinco continentes fizeram suas saudações iniciais para os cerca de 500 participantes
 O Simpósio debate projetos estratégicos na conquista da hegemonia politica da classe trabalhadora e na avaliação da Central Sindical UST nacional, foi um passo importante a unidade das entidades no ato, mas acredita que é preciso avançar contra os conservadores.
Carlos Borges, Presidente da Central Sindical UST, fez uso da palavra avaliando que o encontro que reuniu no Brasil, foi uma grande representação da classe trabalhadora mundial, afirmou, que nosso principal alvo é combater austeridade financeira que busca o equilíbrio com altas taxas de lucro e os interesses imperiais e das grandes corporações à custa dos sacrifícios das classes trabalhadoras. Estamos vendo se aprofundar os sintomas de uma crise capitalista avassaladora, ou pressionamos por mudanças estruturais ou seremos engolidos por essa onda social democrata e conservadora nas Américas, complementou. No encerramento dia 3, houve manifestação das representações mundial anti-imperialista e com a aprovação da Carta do Brasil.
 
 
 
 
 
 

Nota de Apoio à Greve dos Tripulantes do Táxi Aéreo e Pela Rejeição da Abertura de Capitais das Empresas Aéreas Brasileiras

A União Internacional Sindical de Transportes (UIS-Transportes), estrutura setorial da Federação Sindical Mundial (FSM) e que agrupa diversos sindicatos combativos e classistas dos transportes aéreos, rodoviários, ferroviários e marítimos, expressa seu apoio à greve de tripulantes da aviação civil no Brasil no setor de Táxi Aéreo. Essa greve, votada em assembleia no dia 18 de agosto, foi construída pelos dirigentes sindicais do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e apoiada por pilotos, co-politos e comissários de bordos que reivindicam reajustes salariais e melhorias em diversos benefícios já conquistados anteriormente. Outra importante reivindicação defendida pelo SNA é a luta contra a abertura de 100% de capital das empresas aéreas brasileiras. Hoje o limite é de 20%. Essa ação, se aprovada, poderá levar as empresas nacionais à extinção, além de promover uma diminuição considerável de postos de empregos e deixar o transporte aéreo nas mãos de empresas estrangeiras. A UIS-Transportes e a FSM, que representa 90 milhões de trabalhadores nos cinco continentes, defendem um sindicalismo classista, combativo e independente. Lutam conjuntamente contra as terceirizações e contra a flexibilização das leis trabalhistas e contra qualquer retirada de direitos trabalhistas. Comissão de Transporte Aéreo UIS – Transportes FSM – Federação Sindical Mundial

 
 
 
 


 Confira a Programação:
 

01/10 – Quinta-feira

19 horas – solenidade de abertura

Local: Hotel Jaraguá, rua Martins Fontes, 71 - Centro

 

02/10 – Sexta-feira

Manhã: A geopolítica e os projetos de integração

1ª mesa: Associação Transalântica de Comércio e Investimento em foco

2ª mesa: A CELAC em foco

Tarde: A geopolítica e o sindicalismo

3ª mesa: Os desafios atuais da classe trabalhadora

4ª mesa: FSM 70 anos: Uma história classista e de luta

Local: Hotel Jaraguá, rua Martins Fontes, 71 - Centro

 

03/10 – Sábado

Ato anti-imperialista e Confraternização cultural

  

Fundada em 1945, a Federação Sindical Mundial, foi precursor de uma nova era que se iniciou com a resistência dos povos sob o nazi-fascismo colocando fim à 2ª guerra mundial. Nestes 70 anos, a organização cresceu e fortaleceu o sindicalismo classista no mundo.  Para celebrar a data, a FSM, por meio de seu conselho presidencial, delegou a responsabilidade de promover no Brasil um simpósio internacional alusivo a esta histórica data de fundação da FSM.

Este encontro ocorrerá de 1º a 3 de outubro.

Local: São Paulo, SP

Inscrições pelos e-mails: info@wftucentral.org    ust@ust.org.br 

Confira a Programação:
 

01/10 – Quinta-feira

19 horas – solenidade de abertura

Local: Hotel Jaraguá, rua Martins Fontes, 71 - Centro

 

02/10 – Sexta-feira

Manhã: A geopolítica e os projetos de integração

1ª mesa: Associação Transalântica de Comércio e Investimento em foco

2ª mesa: A CELAC em foco

Tarde: A geopolítica e o sindicalismo

3ª mesa: Os desafios atuais da classe trabalhadora

4ª mesa: FSM 70 anos: Uma história classista e de luta

Local: Hotel Jaraguá, rua Martins Fontes, 71 - Centro

 

03/10 – Sábado

Ato anti-imperialista e Confraternização cultural


 70 Aniversários da FSM construindo a Unidade Internacional dos Trabalhadores
03 out 2015

Intervenção Wilson Santos – UST / Brasil

 

Bom dia companheiros,    Caros irmãos e irmãs de luta,

 

Muito se falou da crise internacional do capitalismo e talvez o que se pode acrescentar às falas anteriores é que essa última crise não é apenas mais um crise cíclica onde o capital consegue se recuperar, em partes, a cada 10 anos. O carácter dessa crise é estrutural, ou seja, a queda tendencial dos lucros impede um mínimo nível de estabilidade econômica dos capitalistas cada vez em períodos mais curtos onde a saída para a crise tem sido mais mais exploração dos trabalhadores, mais retiradas de direitos, mais precarização do trabalho, jornadas mais longas, mais arrocho salarial. Também mais guerras e violências contra os povos, porque as guerras imperialistas são guerras de rapina, de saques e espoliação das riquezas produzidas por outras nações.

As milhares de famílias que são forçadas a saírem das suas cidades após verem seus lares destruídos é a expressão mais bestial do imperialismo. As bombas atiradas por organizações extremistas e reacionárias são fabricadas nos EUA. Assim como as bombas que destruíram os lares dos trabalhadores iraquianos, afegãos, líbios, palestinos... Todas são bombas MADE IN USA.

Fidel Castro disse anos atrás: “as bombas podem matar os famintos, os doentes, os ignorantes, mas jamais poderá acabar com a fome, com as enfermidades, com a ignorância. Jamais poderão acabar com a justa rebeldia dos povos”.

Não nos enganemos, o capitalismo imperialista não se exitará em acabar com a metade das forças produtoras para se manter no poder.

Lutar contra o genocídio imperialista é a tarefa fundamental do movimento sindical classista. E é o que tem feito a FSM desde a sua fundação até os dias de hoje. Há 70 anos, a FSM tem sido a nossa principal trincheira de luta não só no campo internacional. E hoje, muito mais que em outros tempos, estamos vivenciados um momento crucial para o avanço da luta dos trabalhadores rumo à sua emancipação.

Necessitamos urgentemente partir para a contraofensiva, dar ação às falas, materializar os discursos em nossas práticas e organizar os trabalhadores rumo à tomada do poder. Afinal, o movimento sindical classista jamais poderá estar sob a vontade de governos reformistas, sociais democratas ou de direitas. O movimento sindical classista deve ser livre, independente e democrático.

Não podemos seguir alimentando ilusões aos trabalhadores enquanto governos como o da Dilma/PT no Brasil, aplica um nefasto plano de austeridade para salvar os patrões e banqueiros, retirando direitos dos trabalhadores, cortando recursos destinados aos programas sociais (R$ 12 bilhões da saúde e outros R$ 10 bilhões da educação) e promovendo a entrega das nossas riquezas para empresas privadas como as privatizações de portos, aeroportos, rodovias e campos petrolíferos. Há hoje no congresso uma proposta do governo para votação que autoriza a redução da jornada de trabalho juntamente com o salário e que as empresas que participarem desse programa, receberão um subsídio do próprio governo.

É inaceitável o apoio do movimento sindical classista à esses tipos de governos que priorizam o capital e jogam o peso da crise sobre as costas dos trabalhadores. Governos afundados em denúncias de corrupção e que reprimem e criminalizam as manifestações populares.

Por isso companheiros, é importante ressaltar que o internacionalismo internacional não pode ficar apenas no campo dos elogios. É necessário ter coerência entre o discurso e a prática, pois é aí que devemos nos diferenciar do sindicalismo reformista e socialdemocrata. Deixar-nos se enganar com propostas como BRICS, MERCOSUL entre outras organizações capitalistas que servem apenas para regionalizar, fatiar os mercados regionais é continuar iludindo os trabalhadores. Todos os governos ditos progressistas se esgotaram politicamente e economicamente.

Nessa comemoração dos 70 anos da FSM, a Central Sindical UST, que não é uma central governista, reafirma seu comprometimento com o sindicalismo classista, lutando juntamente com a FSM e estendendo sua trincheira de luta para todo lugar onde haja um trabalhador e trabalhadora explorada pelo capitalismo. Não podemos ficar jamais a reboque dos que nos oprime. Avançar na luta pela emancipação da classe proletária é avançar na luta contra o capitalismo e na construção do socialismo

 

O mundo sacudido pela morte de Fidel Castro

 

O anúncio da morte do histórico líder da revolução cubana, Fidel Castro, surpreendeu o mundo inteiro. Fidel Castro morreu na noite de sexta-feira aos 90 anos, informou seu irmão e sucessor Raúl em uma mensagem transmitida no sábado pela televisão estatal cubana, e as repercussões não tardaram a chegar.

milhões em Cuba, América Latina e no mundo choraram por aquele que foi um ícone da revolução, que questionou muitas das maiores aberrações do imperialismo: o criminoso bloqueio contra a ilha, as guerras e a desigualdade. Ainda que também tenha sido aquele que defendeu a abertura de mercado impulsionada por seu irmão Raúl e a política de restauração capitalista aprofundada nos últimos tempos. Não tardou a chegar o tributo de boa parte dos líderes mundiais, recheados de cinismo daqueles governos imperialistas que há décadas sustentam o bloqueio imposto pelos EUA a Cuba. 
   
1 de maio 2015

determinação - internacionalismo - luta

A Federação Sindical Mundial (FSM - WFTU), por ocasião do Dia Internacional dos Trabalhadores - 1 de maio 2015 envia uma calorosa saudação aos militantes da classe trabalhadora internacional e os 90 milhões de organizadas as organizações de trabalhadores filiados no FSM em 126 países do mundo.

O Dia do Trabalhador é um dia de lembrança e honrar os homens que sacrificaram suas vidas para os direitos da classe trabalhadora, através da abolição da exploração do homem pelo homem. As lutas da classe trabalhadora internacional, o sacrifício dos trabalhadores em Chicago, em 1886, até hoje, têm mostrado que a classe trabalhadora não é apenas o criador de riqueza social, mas também na vanguarda, capazes de gerenciar e adicionar ao outros setores populares oprimidos na luta pela derrubada do capitalismo.

Os grandes e intensos desafios para a vida da classe trabalhadora permanecem. Governos capitalistas que servem as ordens do capital transnacional e intensificar e ampliar as políticas anti-trabalhador: cortes nos salários e pensões, relações de trabalho flexíveis, de privatização, a destruição de sistemas de segurança social, eliminação de direitos sindicais e liberdades e terrorismo de Estado, ainda uma ferida aberta para a classe trabalhadora e continua a atacar os direitos dos trabalhadores. Esta é a receita do capitalismo mundial para a "saída" da crise capitalista e aumento dos lucros de monopólio.

Internacionalmente atacar empregadores capitalistas e governos sobre o direito de greve continua em todos os países. No plano internacional, é conduzida no âmbito da Organização Internacional do Trabalho. A OIT se refere a questão para os tribunais internacionais, controlados pela burguesia e do imperialismo internacional. Isso é inaceitável. O direito de greve não foi entregue aos trabalhadores, mas geridas por lutas e só pode ser defendida através das lutas da classe trabalhadora. "

As políticas dos grupos monopolistas internacionais e concorrência entre as forças imperialistas estão agora mais intensa com resultados desastrosos para os povos do mundo. A intervenção imperialista eo ressurgimento do nazismo é a culpa pelo massacre na Ucrânia, com milhares de nossos irmãos vítimas. Intervenção imperialista na Síria continua. Na Venezuela, o governo dos EUA e promover planos de intervenção imperialista transnacionais, desestabilização e golpe contra o governo democraticamente eleito do país. Ataques continuam as pessoas corajosas e do embargo continua.

A posição do FSM é trabalhadores firmes e consistentes e povos do mundo devem ser donos de seus próprios países e livre para decidir sobre o presente e futuro do seu país, sem intervenções imperialistas.

Perante esta situação, o FSM apela para os trabalhadores, o movimento sindical internacional classe para organizar greves, manifestações, comícios para 1 de Maio em todos os países do mundo, as celebrações que honram os 129 anos desde a revolta de trabalhadores em Chicago e seu internacionalismo e demanda projetada direitos contemporâneos da classe trabalhadora em cada país: melhores salários, direitos trabalhistas e sindicais e das liberdades, da segurança social, as políticas de combate ao desemprego, os trabalhadores e os trabalhadores, jovens, desempregados, trabalhadores migrantes,

O primeiro de maio 2015 deve ser um passo em frente para a classe trabalhadora internacional, para o movimento operário e sindical em cada país, região e setor. Apelamos a todos vocês, para adicionar suas vozes para o movimento sindical de classe em cada país para adicionar suas vozes para a voz do FSM. Com militância e internacionalismo podemos dar força à nossas lutas por melhores relações de trabalho, melhores condições de vida, por uma sociedade sem exploração, por uma sociedade onde as necessidades da classe trabalhadora e as pessoas têm prioridade.

Queridos irmãos e irmãs, trabalhadores, desempregados, aposentados,

Este ano, 2015, vamos ser celebrados o 70º aniversário da fundação do FSM. Desde a sua criação, o FSM foi e continua a ser a casa, a família, o zagueiro de cada família trabalhando.

Esta casa comum que compartilhamos com esta família, vamos a ser mais forte do mundo, com mais militantes, mais luta de classe, mais internacionalistas, mais ativo, mais eficiente em todos os cantos do globo fortalecendo a FSM -WFTU. Através do reforço das organizações sindicais em todos os setores, em todas as regiões, através da filiação de novos membros para os sindicatos, através da construção de novos quadros sindicais e líderes trabalhistas, vamos seguir em frente.

 

Com determinação - internacionalismo – luta classista

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