Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
             
Essa greve geral será construída em todas as categorias com seus próprios calendários de mobilização nos estados, com a construção de comitês nos locais de trabalho, de estudo, bairro, que inicia em uma forte resistência unitária no dia 28.

A mobilização nacional unificada contra as reformas da Previdência e Trabalhista e contra a terceirização, que são ataques duríssimos aos direitos historicamente conquistados pela classe trabalhadora e vamos dar resposta à altura a esse governo Temer, com a construção de uma forte greve geral.

Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais

Convocatória de Reunião do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais com as Centrais Sindicais, Demais Entidades de Servidores 

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, convoca as entidades que a compõe e convida as Centrais Sindicais, demais entidades de servidores e Movimentos Sociais, para reunião a ser realizada no dia 31.10.16, ás 10 horas, na sede do ANDES-SN, no endereço S.C.S – Ed. Cedro II  3 ° andar, fone: (61) 3962-8400 em Brasília/DF.

Pauta:

1.   Informes das Entidades.

2.   Continuidade da Luta.

3.   Calendário de mobilização.

4.   Ofício 605/2016 - MP – Revisão das Liberações dos Dirigentes Sindicais.

A PRESENÇA DE TODOS É DE SUMA IMPORTÂNCIA
 
 
 
             

Funcionários da Fundação Casa decide entrar

em greve e reafirma a unidade na luta

A maioria dos Funcionários da Fundação Casa de São Paulo decidiram iniciar uma greve, com muito esforço da comissão. A decisão foi tomada pela oposição sindical composta pela ASSESP, Central Sindical UST, Intersindical e CSP Conlutas que representam a maioria da categoria. Apoiamos o posicionamento da categoria, diante da ausência de previsão de aumento, vamos juntos na luta rumo ao estado de greve da categoria.
 
O SITRAEMFA não aderiu à ao estado de greve da categoria e negocia de forma morosa com a Fundação, o sindicato não defende um aumento justo e não representa os trabalhadores.

Petroleiros enfrentam a privatização petista esbarram na burocracia sindical

                             

A maior greve em 20 anos mostrou o despertar de uma nova geração de petroleiros. Após uma década de propaganda petista usando a Petrobras como promessa de um país desenvolvido, depois de um sem-fim de escândalos de corrupção, esta nova geração, junto a companheiros experientes se ergueram novamente contra a privatização, o arrocho salarial e retirada de direitos. Desta vez, a luta é contra o Governo do PT, que joga nas costas dos trabalhadores a conta da crise da empresa oriunda de seu roubo e da situação da economia nacional e internacional.

Escaldados contra o neoliberalismo tucano, os petroleiros viam por muitos anos o PT como sua salvaguarda contra a privatização. Este ano, junto de uma série de medidas de ajuste contra toda a classe trabalhadora, viram uma sanha privatista. Um terço da Petrobras está à venda. Mais de cem mil terceirizados já foram ou serão mandados embora. Direitos conquistados estão sendo suspensos.

A greve chegou a lugares que ninguém imaginava e ameaça o governo Dilma, seu projeto privatista e em ter que enfrentar a falta de combustíveis, por isso agendaram negociações após mais de uma semana de greve.

Apesar da burocracia sindical, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) nunca quis esta greve, demorou mais de dois meses para iniciá-la, só começando depois que outra federação, minoritária, a Federação Nacional dos Petroleiros já encontrava-se em greve.

Provavelmente veremos nos próximos dias o governo Dilma chegar a algum acordo com esta federação pelega que envolverá aumento salarial mas manterá o essencial da privatização.

A atuação da FUP não permitiu transformar esta luta política contra Dilma e sua privatização, aplaudida e unida silenciosamente grandes partidos neo liberais (PSDB e PMDB), em uma causa de toda a classe trabalhadora. A CUT, central sindical a qual a FUP é filiada não moveu nenhuma força real em defesa dos petroleiros e da Petrobras.

Defender a maior estatal do país de sua entrega ao imperialismo não é responsabilidade só dos petroleiros, mas de toda a classe trabalhadora.

Se o desfecho desta greve for a continuidade da privatização da maior empresa do país, será de inteira responsabilidade da CUT e da FUP que privilegiam defender Dilma a defender os petroleiros e a Petrobrás.

Precisamos de uma nova tradição no movimento operário, uma esquerda que transforme batalhas importantes, como esta, em uma luta de toda a classe.

Em uma frente permanente com defensores do PT, a chamada “Frente do Povo sem Medo” não moveu menos forças como a CUT que blindou “seu” governo.

Organizar pela base, lutar “sem arrego”, democraticamente e erguendo batalhas de toda a classe, é o momento de seguir firme e fortalecer a luta com medidas como essa para vencer e fortalecer um grande movimento contra a privatização.

Trabalhadores dos Correios em greve por reajuste salarial e contra privatização da ECT

 
Categoria enfrenta truculência do governo e da direção da empresa, mas greve segue forte
 
Os trabalhadores dos Correios estão enfrentando um duro ataque do governo Dilma, em 16 de setembro, ela sancionou a Lei 12.490/11 (que transformou a MP 532/09 em lei ordinária), que privatiza os Correios. Os trabalhadores se sentiram traídos porque acreditaram no discurso dela durante a campanha onde ela falava que era contra as privatizações. Bastou passar as eleições para que o governo voltasse a atacar os Correios. Com a aprovação desta medida, a empresa se tornará uma Sociedade Anônima (S.A.) e cria empresas subsidiárias, as quais os Correios deverão se associar.
Na quinta (22), em assembléias em todo o país, os trabalhadores aprovaram uma contraproposta exigindo: aumento real, já!; não aceitar nem uma proposta rebaixada, nenhum desconto dos dias parados, nenhum tipo de retaliação aos grevistas, para os trabalhadores é um absurdo que o governo Dilma e toda a direção da ECT, que hoje é amplamente do PT, e que tem como presidente um ex-sindicalista fazer o que os agentes do PSDB e do DEM ou mesmo a mais truculenta e atrasada patronal faz. Segundo é afirmado no site, a direção da ECT agiu de forma desprezível “ao mandar antecipar o pagamento e descontar os dias dos trabalhadores em greve. Além, é claro, da presidente ter sancionado a MP-532 que privatiza os Correios.
             

 

A INCONSTITUCIONALIDADE DO CORTE DOS SALÁRIOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS EM GREVE

  Da consideração da greve como delito à sua transformação em direito fundamental, foram necessários muitos anos e muito sangue derramado até esta conquista pela humanidade. Há, portanto, que se tomar cuidados para que não se promova a involução onde se concebeu um processo evolutivo. Esta uma tarefa dos intérpretes do direito em geral, e, em especial do STF no Recurso Extraordinário 693456, com repercussão geral. Não basta introduzir uma cláusula de fundamentalidade ao direito de greve, que isto não o faz por si só assumir esta posição. No plano jurídico, o exercício jurisprudencial fará com que isto se dê. Somente a efetividade da interpretação da cláusula constitucional concretizará a pretendida evolução na história da humanidade apontada no caminhar da greve.
Caso contrário, esta não passa de disposição que já nasceu destinada à própria morte. Um natimorto, na verdade. 1 Doutor e Livre-Docente, Professor Associado III do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Universidade de São Paulo (USP). Se esta evolução não se completar na interpretação a ser consubstanciada no RE 693456, teremos escancarada a triste realidade: a de que o direito finge emprestar à greve um “status”, que realmente não conseguirá nunca alcançar, já que este não é o seu destino na lógica de acumulação do capital. Ou seja, ficará nítido que a ninguém interessa o destino dos trabalhadores e a muitos incomoda a sua força aglutinadora.
Neste instante, portanto, uma advertência se faz necessária. Irei apelar para que se tenha, neste instante, cuidados institucionais com o a preservação do capitalismo, em especial por aqueles que nele depositam a sua fé. Não estou aqui fazendo ciência, mas apenas pedindo que não se flerte com o precipício. E acabar com o direito de greve – já que é disto que se trata o corte de ponto, assim como discussões sobre possibilidades de demissões de grevistas, por exemplo – é um flerte com o precipício. O fim do direito de greve não significará o fim da greve, que virá cada vez mais contundente, já que a própria legalidade é uma das formas de se evitar o confronto direto. Esta é apenas uma advertência de quem assiste, com cautela, aos fatos e ao seu desenrolar. Feitas estas colocações gerais, vejase que a questão pode ser contornada, observados alguns pressupostos jurídicos – com a real atribuição de direito fundamental à greve no serviço público.
Primeiro, ao se falar que a greve atenta contra o interesse público, utilizando-se de um raciocínio “a priori”, confronta-se a noção básica de ponderação em sede de princípios. Assim, todos os casos de greve no país já atentam, desde o seu início, contra o interesse coletivo? A paralisação do serviço público necessariamente já traz, em seu interior, o prejuízo ao interesse coletivo? Esta questão poderia ser facilmente afastada se o pensamento for generalizado no sentido contrário: toda greve no serviço público traz ínsita em si a ideia de melhoria do serviço público, portanto, de começo, está sempre a convergir com o interesse público. Ou ainda, toda greve, que luta por direito constitucional (negado há anos) de reajuste no serviço público, parte sempre de um interesse público, que é a defesa das disposições constitucionais. Neste plano, meramente ideal, poderia ainda sustentar que os serviços públicos (como justiça, saúde ou previdência, por exemplo) já estão paralisados há muito, na medida em que não atendem aos interesses da coletividade. Assim, qualquer generalização, feita a partir de abstrações, pode levar a efeitos de ambos os lados. Se a ponderação é o que se deseja, não há como se realizá-las a partir de tais idealizações, mas mediá-la, ao máximo, na concretude dos fatos históricos em que estão envoltos no nosso dia-a-dia, enfim. Ou seja, somente a concretude dos fatos pode demandar uma solução. A generalização no sentido do corte imediato dos pontos, portanto, parte de ideias e não mais que ideias que alguns intérpretes possuem do que seja interesse público. Perguntas idealizadas, mas contrárias, também poderiam confrontar o conforto destas convicções: o interesse público não seria o interesse em um serviço público melhor, mais bem remunerado, melhor equipado? O interesse público não pode convergir com o interesse dos trabalhadores em greve? O interesse público deve ser sempre tido como um “mantra” a destruir o direito fundamental de greve, como se fosse não mais um conflito de princípios, mas uma regra que aparece como a panaceia para o que se se vê como um mal, qual seja, o direito de mobilização dos trabalhadores? Logo, no plano das idealizações tudo é possível.
No plano do concreto, talvez as coisas funcionem de forma distinta e seja alcançada a conclusão de que não há exercício de direito de greve com corte de pontos de servidores ou de sua demissão. Neste caso, com o corte ou demissão, não há sequer o que ser ponderado. Ainda que se considerasse o contrário, se a greve, de forma idealizada, sempre atentasse contra o interesse público, não há como sequer se iniciar um exercício de ponderação de princípios, já que o “a priori” estabeleceria uma regra não prevista constitucionalmente, mas admitida, de forma errônea, na interpretação judicial. Ou seja, se for assim, é melhor tirar a previsão da constituição, já que não passa de uma quimera a alimentar a ilusão dos trabalhadores – que, não iludidos, poderão perceber que estão sendo enganados. Aqui não se trataria sequer de limitar um direito fundamental, em face de outro, mas de se acabar com algo que nunca existiu, que não passa de um natimorto. Fica a constatação de que, no dia em que esta ilusão se for, os trabalhadores talvez venham cada vez mais contundentes contra o que se lhes está impondo, já que a intermediação do direito como um anteparo foi retirada. Assim, o que se alerta é que se a ilusão não for alimentada por meio da lei, tudo será possível.
O mundo cruel da fome e das dificuldades se apresentará. O que se pede é que haja um pouco de cuidado com o próprio direito fundamental de greve, já que ele nada mais é do que o fio que sustenta a espada que pende sobre a cabeça de Dâmocles. Lembre-se que, sem este direito, a espada, isto é, a greve, estará livre para atingir o seu objetivo. Portanto, não há como se afastar o direito de greve, impingindo restrições onde a constituição não o impôs, já que a sua sobrevivência enquanto direito, e não como fato social, pertence à base de sustentação do capitalismo. Digo isto, abstraídas todas a minhas convicções pessoais. Mais razoável nos parece, nesta lógica, que, preservada a possibilidade de ponderação, esta se realize onde concretamente ocorrem os fatos, ou seja, que elas partam, caso a caso, dos envolvidos no conflito. Que resolvam da melhor forma a tensão que existe e, quando for o caso, o submetam, segundo o seu interesse, ao judiciário na instância própria. Assim, havendo lei sobre o direito de greve, que foi, por determinação do próprio Supremo, estendida ao serviço público, que esta lei seja observada. Ali não há previsão de corte. No máximo, diante da decretação judicial de ilegalidade do movimento, seria possível atribuir efeitos constitutivos para a sentença que a decretou. Neste caso, embora entendamos que não é possível sequer o corte de ponto por instâncias inferiores ao Supremo, já que o direito constitucional de greve somente se concretiza sem o corte, é muito mais razoável deixar nestas instâncias a atribuição de efeitos para a decretação de ilegalidade. Veja-se inclusive que tais efeitos são constitutivos. O que, por si, já quer dizer muito sobre um eventual dissídio coletivo de natureza econômica. É conhecido que todo manual de direito coletivo de trabalho fala que a sentença em dissídios de natureza econômica apresenta efeitos constitutivos. Ora, quando é julgado procedente, por exemplo, cria novas condições de trabalho (decorrente da sentença normativa daí proveniente: assim cláusulas relacionadas com jornada de trabalho ou de proteção ao meio ambiente do trabalho, por exemplo, constantes da sentença em dissídio). Ora, não é porque a sentença é de improcedência que há variação na sua natureza constitutiva. Por outro lado, se utilizarmos qualquer obra de direito processual que trate dos efeitos da sentença de natureza constitutiva, se verá que os seus efeitos são "ex nunc" (ou seja, a partir do instante em que foram prolatadas). Isto não é difícil de entender. Na medida em que uma nova relação está sendo criada ou a relação antiga está sendo modificada pela sentença, estas mudanças ou alterações somente valem a partir da sentença, sob pena de se afetar relações anteriores e de se inviabilizar a segurança jurídica.
Não há, nestes casos, como se possibilitar a retroação da sentença, o que acarretaria a instabilidade da relação jurídica. Portanto, a sentença que reconhece a ilegalidade do movimento grevista também não pode instaurar incertezas quanto ao passado, não sendo possíveis coisas como o corte de ponto ou a compensação de valores já pagos. Até a decretação da ilegalidade, a greve era legal e, mais, sempre será constitucional – mesmo com o reconhecimento da ilegalidade. A decretação de ilegalidade, por sua vez, não pode impor restrições ao passado que atentem contra o direito fundamental de greve, devendo apenas fazer, no nosso juízo, apreciação sobre questões como, por exemplo, o aviso prévio do ingresso da categoria na greve. Não pode, não obstante, impor penalidades por exercício de um direito fundamental, quer no plano individual (corte de pontos, demissões etc.), quer no plano coletivo (imposição de multa, por exemplo). No entanto, esta é uma questão complexa e não cabe aqui aprofundá-la. Ora, não há qualquer sentido (diante mesmo de possíveis sentenças, sem efeito retroativo, em dissídio para cada caso de conflito coletivo do trabalho, na forma acima apontada) em indicar efeitos punitivos, previamente ao ato de greve, por meio de um recurso extraordinário com repercussão geral no Supremo. O Supremo estaria atribuindo, contrariamente à legislação que ele mesmo adotou para regrar as greves no serviço público, efeitos retroativos a todas as greves no serviço público, que não foram, ainda, decretadas ilegais. Não há como haver uma previsão geral para o caso, já que seria uma forma transversa de dizer que todas as greves no país são ilegais antes de se realizarem. E mais, atribuir penalidades que não são possíveis de serem atribuídas, já que atentam contra o próprio exercício de um direito fundamental. Logo, sequer haveria que se admitir a repercussão geral, já que não é possível uma previsão geral para o caso, sem afrontar as normas admitidas pelo próprio Supremo em decisão anterior (a respeito confira-se como leading case o Mandado de Injunção 712, Relator Min. Eros Roberto Grau).
Considerando o momento de julgamento do RE. 693456, em que há uma greve do Judiciário Federal em curso, é sempre importante ficar atento à advertência de KONRAD HESSE, em sua famosa obra A força normativa da constituição, segundo a qual "não é, portanto, em tempos tranquilos e felizes que a Constituição normativa vê-se submetida à sua prova de força. Em verdade, esta prova dá-se nas situações de emergência, nos tempos de necessidade. Em determinada medida, reside aqui a relativa verdade da conhecida tese de Carl Schmitt segundo a qual o estado de necessidade configura ponto essencial para a caracterização da força normativa da Constituição. Importante, todavia, não é verificar, exatamente durante o estado de necessidade, a superioridade dos fatos sobre o significado secundário do elemento normativo, mas, sim, constatar, nesse momento, a superioridade da norma sobre as circunstâncias fáticas (...) A Constituição não está desvinculada da realidade histórica concreta do seu tempo. Todavia, ela não está condicionada, simplesmente, por essa realidade. Em cada eventual conflito, a Constituição não deve ser considerada, necessariamente, a parte mais fraca". Não há que se possibilitar que o direito constitucional de greve sucumba, sob pena de, considerada a Constituição a parte mais fraca neste momento delicado, que a crise institucional se aprofunde sem precedentes na história brasileira e contando, como nunca, com a contribuição do Judiciário pátrio. Resta-nos apostar no senso que todos representantes dos Poderes constituídos possuem de preservar as instituições em que, certamente, acreditam. Somente assim os trabalhadores poderão continuar nutrindo a ilusão de que a constituição não será considerada sempre, em tempos difíceis, a parte mais fraca.   Marcus Orione1
 
 

A campanha salarial 2015 da educação da rede municipal 

     Os professores da rede pública do município de São Paulo ocuparam frente da prefeitura nesta sexta-feira, 15 de maio, a manifestação realizada  no período da tarde, os representantes do governo receberam a proposta e vários itens, questões funcionais, condições de trabalho, isonomia entre ativos e aposentados, saúde e segurança dos trabalhadores, entre outros itens, para de garantir valorização profissional e qualidade da educação para todos.

 

 A luta continua no dia 29 de maio, a categoria convoca nova concentração, a luta é pra valer o Prefeito vai tremer...


 
Funcionários da Volkswagen entram
 
em greve após demitir 800 operários
 
Trabalhadores da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na manhã desta terça-feira, após a montadora demitir 800 funcionários. A greve foi aprovada em assembleia, que contou com cerca de 7.000 trabalhadores, quase a totalidade dos funcionários do turno da manhã.
É preciso também exigir do governo da presidenta Dilma - que nos últimos dez anos destinou mais de 27 bilhões de reais em recursos públicos para as montadoras de veículos - medidas concretas que impeçam estas demissões. O governo precisa começar por proibir a remessa de lucros destas empresas para o exterior, obrigando-as a investir no Brasil estes recursos.   UST manifesta que a greve da fábrica da Volkswagen seja cercada de solidariedade por toda a classe trabalhadora brasileira,  vamos apoiar a lutar para reverter as demissões.
      
reintegração já!
7,35%, Comando dos bancários acha pouco e reforça a greve na terça

A GREVE É O ÚNICO CAMINHO! 

A PARTIR DE TERÇA-FEIRA

Na oitava rodada de negociação da Campanha 2014, realizada neste sábado 27 em São Paulo depois de as assembleias massivas em todo o país terem decretado greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira 30, a Fenaban apresentou uma nova proposta, que o Comando Nacional dos Bancários já considerou insuficiente, elevando o índice de reajuste de 7% para 7,35% (0,94% de aumento real) para os salários e demais verbas salariais e de 7,5% para 8% (1,55% acima da inflação) para os pisos. Além disso, a proposta ignora completamente as reivindicações sobre emprego, condições de trabalho, principalmente metas abusivas e assédio moral, segurança e igualdade de oportunidades.  outubro2014



UST repudia repúdio à truculência da PM e a posição do Governo Paulista
Os tucanos posam de bom moço, usam cassetetes e bombas de gás para reprimir os trabalhadores que tem o legítimo direito constitucional de fazer greve. São especialistas em criminalizar as greves usando a mídia comprometida com a elite brasileira, que atua como e boca de aluguel.   Não tem mole para direita que vivem da exploração dos trabalhadores com apoio do aparato Estatal.

UST Rio de Janeiro

Todo apoio!


Garis em greve resistem à prefeitura autoritária
e o sindicato pelego

Esses trabalhadores heroicamente estão mostrando com a greve o importante do trabalho do gari esta precarizada. A greve começou no sábado de carnaval (1). Os garis pedem reajuste salarial de R$ 803 para R$ 1.200, aumento no valor do tíquete alimentação diário de R$ 12 para R$ 20 e o pagamento de horas-extras para quem trabalhar nos domingos e feriados, como previsto em lei.

 O prefeito do Rio de Janeiro tem agido com truculência ao não negociar com os grevistas. Chegou a acionar escolta armada para a realização da coleta de lixo.

Vergonhosa a omissão do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio do Rio de Janeiro, filiado a UGT.  A greve aconteceu à revelia das suas instâncias. Fizeram de tudo para acabar com ela através de um acordo rebaixado para o que se pretende (49%), com índice de 9%, além dos dirigentes criminalizam os grevistas e apoiar a prefeitura que acertaram com a Prefeitura demissão dos que não voltassem ao trabalho após a assinatura do acordo.


Trabalhadores do Comperj mantem a GREVE 
Ministério Publico recebe  comissão

Os Operários que trabalham nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, na região leste do Estado do Rio de Janeiro, a UST Rio de Janeiro, Jefersom Barros, que acompanha a situação em Itaboraí está à frente da greve, apresente ao Ministério público comissão que denúncia irregularidade no comperj, porque o está sindicato omisso e faz o jogo dos patrões. Os operários sofrem com a persistência das irregularidades nos canteiros da obra, não receba seus salários desde o Natal, mais de 20 mil trabalhadores aderiram à greve.   O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Plano de Construção, Montagem e Manutenção Industrial de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom), filiado à CUT, teve o carro incendiado pelos trabalhadores que protestavam na BR-116. Diante da postura omissa e a tentativa de defender as propostas da patronal os operários atearam fogo em um dos carros do sindicato.  A UST se solidariza e apoia incondicionalmente a luta dos operários dos canteiros de obras do Comperj. Exigimos das empreiteiras o imediato atendimento do reajuste salarial defendido pelos operários. Exigimos o atendimento de todas as reivindicações que garanta o regular pagamento dos salários e melhores condições de trabalho.

O Presidente da UST Bahia Ronaldo Mesquita e o companheiro Klebio Oliveira, Vice Presidente da UST Bahia e Diretor Nacional do Conselho Politica da UST


Moção de apoio e solidariedade aos petroleiros em greve do Rio de Janeiro

O Presidente da UST Bahia Ronaldo Mesquita e o companheiro Klebio Oliveira, Vice Presidente da UST Bahia e Diretor Nacional do Conselho Politica da UST, vem prestar todo apoio e solidariedade a esta luta e protesto dos petroleiros, que tem o respaldo da UST Rio de Janeiro, com participação efetiva do Presidente Jéferson UST - RJ e sem o apoio do sindicato da categoria, aos trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro que pedem melhores condições e reajuste de 15% e em defesa das suas reivindicações da campanha salarial.  A luta dos petroleiros neste momento é de todos os trabalhadores. A vitória dos Petroleiros, significará um avanço na luta contra este governo entreguista e sua política de privatização.
 Portanto, é tarefa da UST, é de solidariedade e apoio a essa greve dos petroleiros e fazermos todos os esforços políticos e militantes, a exemplo dos companheiros Jéferson e a companheira Heulina Lago, para que a greve seja vitoriosa.10/01/2014

Professores da rede municipal de ensino armaram barracas de acampamento na lateral do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do Rio, onde na noite do sábado (28) houve uma ação da Polícia Militar (PM) para a desocupação do plenário da Casa.
Segundo a coordenadora-geral do Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe), Gesa Corrêa, que estava presente no momento da operação, os policiais chegaram às 18h e pediram a desocupação. Depois da tentativa de negociação, e com a decisão dos professores de permanecer no local, os policiais começaram a ação de retirada. “Foi uma truculência. Foi um caos”, disse.
Durante as negociações os professores pediram que o comandante da operação apresentasse a ordem judicial para a reintegração de posse do plenário, explicou. Segundo ela, na véspera já havia ocorrido uma tentativa. “Eles chegaram com um documento que era uma farsa de 20 de agosto. Falamos com os advogados e não saímos. Ontem foi a mesma história.”
Gesa contou que os professores insistiram para ver o documento de reintegração e que o comandante saía e voltava. “Depois ele acabou dizendo que era ordem do Cabral [governador do Rio, Sérgio Cabral], do Jorge Felippe [presidente da Câmara] e do Eduardo Paes [prefeito do Rio]. Não tinha nada escrito, foi autoritarismo mesmo.”
Segundo ela, houve a troca do comandante da operação, que apresentou a alternativa de saída dos professores do plenário da Câmara, caso contrário, a PM faria a operação de desocupação do local, que já estava no terceiro dia.
Gesa disse que dois professores foram autuados e levados para a 5ª Delegacia de Polícia e que quatro feridos foram encaminhados para o Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio. Segundo ela, o sindicato vai recorrer à Justiça contra a operação policial dentro do plenário da Câmara. “Vamos entrar com ações judiciais em todas as instâncias. Eles não podiam retirar a gente de lá e nem dar voz de prisão.”
Em nota, a Polícia Militar informou que a desocupação da Câmara Municipal na noite deo sábado atendeu a um ofício do presidente da Casa. Segundo a PM, Jorge Felippe solicitou a reintegração e a retirada dos professores que ocupavam o Palácio Pedro Ernesto desde quinta-feira (26). “O comando da PM tentou durante todo o período de ocupação uma forma de entendimento, mas não houve acordo, a PM cumpriu a determinação da Justiça”, diz a nota.
Gesa contou ainda que enquanto estava na delegacia acompanhando os professores detidos recebeu um chamado de colegas, por volta da 1h, dizendo que estavam acampados próximos à Câmara e que um grupo da Guarda Municipal tinha chegado ao local para a retirada das barracas. Depois de mais uma rodada de negociação, as barracas continuaram montadas na parte lateral do prédio.

Cabral critica

O governador do Rio, Sérgio Cabral, (PMDB) disse que a melhor forma de defender as reivindicações é por meio de diálogo, ao falar sobre a ocupação do plenário do Palácio Pedro Ernesto por professores. Cabral não quis comentar se houve excessos da Polícia Militar durante a desocupação, na noite anterior. Ele disse que não viu as imagens e por isso não pode julgar o comportamento dos policiais.  “Ter a participação da população é muito importante”, avaliou. “A democracia estabelece ritos e deve ser sempre, em tese, dessa maneira. Como ex-parlamentar e chefe do Legislativo, acho que a participação da população deve ser sempre dentro do que se chama direitos e deveres, mas, se houve enfrentamento ou não, eu não sei. Não vi as imagens. Em tese, ocupar também o plenário do Poder Legislativo não é a melhor forma de se dialogar e de se acompanhar qualquer tipo de debate”, disse.

Cristina Indio do Brasil, da Agência Brasil


 
 Professores em greve acampam ao lado da Câmara Municipal do Rio de Janeiro
 

 
Na noite do sábado (28), a Polícia Militar agiu de forma truculenta para retirar os profissionais em greve que ocupavam o plenário da Casa

Denúncias

- O genocídio da juventude negra e dos povos indígenas.
- A repressão e a criminalização das lutas e dos movimentos sociais.
- A impunidade dos torturadores da ditadura.
- Somos contra aprovação do estatuto do nascituro-
-Somos contra a redução da maioridade penal. 

Dia Nacional de Luta

UST conclama filiados para manifestações do dia 11 de julho

A Direção Nacional da Central dos Sindicatos UST convoca todos os seus sindicatos filiados e os trabalhadores do Brasil a se somarem à manifestação unificada das centrais sindicais e movimentos sociais que será realizada no dia 11 de julho 2013 em todo o Brasil.
Nosso país está sendo sacudido nas últimas semanas por grandes manifestações de rua. O povo está indo às ruas, com a juventude à frente, para cobrar dos nossos governantes solução para as mazelas que afligem a vida de todos: além do transporte, saúde, educação, moradia, inflação, violência policial, corrupção, desmandos dos políticos, entre muitas outras.
A classe trabalhadora brasileira precisa ocupar o seu lugar nesta luta, entrar nela com todas as suas forças, de forma organizada, e em defesa de suas reivindicações. Somos parte e apoiamos as manifestações que estão nas ruas, apoiamos suas bandeiras. Precisamos com nossa ação, fortalecer esse processo de lutas e agregar às bandeiras das ruas, as reivindicações da nossa classe trabalhadora.

bandeiras de luta:

- Fim do fator previdenciário
- 10% do PIB para a Saúde
- 10% do PIB para a Educação
- Redução da Jornada de Trabalho 40h semanais, sem redução de salários
- Valorização das Aposentadorias
- Transporte público e de qualidade
- Reforma Agrária
- Mudanças nos Leilões de Petróleo
- Rechaço ao PL 4330, sobre Terceirização.
- Reforma política e realização de plebiscito popular
.                                .