Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Movimento Sindical
Central Sindical UST
A Central Sindical UST foi fundado no Congresso Nacional, ocorrido na cidade de São Paulo, no dia15 de janeiro de 2006, na defesa do movimento sindical com autonomia e independência frente a tutela do Estado, governos e partido políticos,  é mais uma forma de organização, é uma ferramenta para os trabalhadores e um gesto de coragem e compromisso com nosso país.
 A Central Sindical UST surgiu a partir da unidade de vários setores do movimento sindical na luta contra toda forma de exploração e opressão da classe trabalhadora e se pauta a sua atuação pela defesa das reivindicações imediatas e interesses históricos dos trabalhadores, tendo como meta o fim a perspectiva de alcançar as condições e construir uma sociedade socialista, governada pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras.
A UST é uma organização nacional de caráter sindical, composta por entidades sindicais que reúne trabalhadores (as), Servidores (as), aposentados (as) e pensionistas, respeita sua ideologia, ou credo religioso ou partidário político e é compromissada com o Brasil e seus trabalhadores.
Possui capacidade de promover e acompanhar os avanços da sociedade; seus princípios classistas sua firmeza na defesa da unidade sindical e sua pluralidade interna além da capacidade de garantir espaço para todos os dirigentes sindicais filiados entre as diversas esferas.
Somos filiados a FSM – Federação Sindical Mundial, com plena participação na luta internacional, a solidariedade internacional entre os trabalhadores e trabalhadoras é parte constitutiva de nosso programa e a libertação da classe trabalhadora de toda forma de opressão e exploração é uma tarefa que não apenas de um país e deve ser tomada no plano internacional.
 Estamos presente em 15 Estados com mais de 30 sindicatos filiados a UST e com presença nas grandes lutas nacionais que faz frente ao domínio da elite Nacional.        
                              Seja bem vindo e conheça melhor a Central Sindical UST
Carlos Borges
Presidente Nacional
Central Sindical UST
    

ATO PELA REINTEGRAÇÃO DOS METROVIÁRIOS E EM DEFESA DO DIREITO DE GREVE!

No dia 9 de junho, completam-se 2 anos do fim de uma das greves mais poderosas que a categoria metroviária de São Paulo fez e também 2 anos da demissão de 42 companheiros, como retaliação à greve. De lá para cá, conquistamos a reintegração de 5 colegas na batalha pelo retorno de todos.

32 metroviários já tiveram duas vitórias jurídicas, em primeira e segunda instância, com sentenças que apontam a necessidade de anulação da demissão por justa causa sofrida por esses companheiros. A segunda sentença, particularmente, respalda a ação dos metroviários, pela lei de greve, conquista muito importante dos movimentos sociais nos anos 80. Os outros 5 trabalhadores serão julgados em 2ª instância no próximo dia 8/6.

Com esta atividade, queremos fortalecer as iniciativas políticas do Sindicato dos Metroviários de São Paulo na luta pela reintegração e fortalecer a luta pelo direito de greve. Queremos também lembrar desse importante movimento realizado em 2014 não apenas pelo ataque do governo Alckmin, mas também pela força que a união da categoria adquiriu na luta pelos direitos e por um transporte público de qualidade para toda a população.

A atividade contará com a presença de diversas Centrais Sindicais, além de companheiros demitidos políticos de outras lutas, como a greve petroleira de 1995, a luta da Sabesp e a luta do funcionalismo público. Participe e se some a solidariedade aos demitidos e à luta pelo direito de greve.

 
Dia 9 de junho de 2016, às 18h, no Sindicato dos Metroviários de São Paulo
      Publicado em 31 de maio de 2016
No dia 10 de maio, foi publicada a sentença que deu vitória por 3X0 aos demitidos na greve de 2014. Mesmo vencendo em 1ª e 2ª instância o Metrô se recusa a cumprir a sentença, por isso continuamos na luta pela Reintegração Já!
A sentença revela que não há nenhum motivo para que o metrô tenha demitido os companheiros e ainda reconhece que se tratou de uma prática antissindical da empresa, que foi retaliação em função da justa e poderosa greve que toda a categoria fez. A mesma sentença reafirma a conquista dos trabalhadores brasileiros na Constituição de 1988, sobre o direito de greve e sobre o direito de piquete.
Por outro lado, a sentença nega a reintegração imediata e dessa forma, acaba se contradizendo, porque mesmo reconhecendo que a demissão é ilegal, obriga os companheiros a ficarem mais tempo fora de seus postos de trabalho. Neste ponto, se revela uma injustiça com os companheiros e com toda a categoria.
O Metrô poderia não recorrer, reconhecendo sua derrota jurídica e seu erro em demitir injustamente, em sua prática antissindical e sua retaliação ilegal. Porém, a empresa, junto com o governo Alckmin, quer seguir esse processo para que a injustiça sobre os trabalhadores continue se operando.
Isso mostra a indiferença com a dignidade humana e a omissão sempre revelada com as necessidades da categoria. Um comportamento que trata a luta por direitos como caso de polícia e caso de justiça ao invés de atender nossas reivindicações e valorizar o importante trabalho dos metroviários e metroviárias.
Entenda a sentença
Em geral, a justiça não é aliada dos trabalhadores. Na nossa própria greve, o Tribunal se reuniu em um domingo para definir que nossa greve é ilegal. Isso acontece porque as pessoas que controlam o poder político e econômico são as mesmas que fazem as leis. A depender da luta dos trabalhadores, impomos conquistas nas leis dos poderosos, como a própria conquista pelo direito de greve em nosso país, que foi fruto de muita luta e muita greve na década de 1980.
Mas a demissão de nossos colegas foi tão injusta e tão errada, que a justiça também não sustentou este absurdo. Apresentamos aqui alguns trechos e nossa interpretação.
Sobre direito de greve
“Incogitável qualificar a luta por melhores condições de trabalho como ato de indisciplina ou insubordinação, via de regra, há rigor excessivo do empregador ao despedir empregado pela sua participação em greve, por envolver, além de
“Não é ocioso ressaltar que a Lei nº 7.783/1989, que direito social assegurado constitucionalmente, o risco de embaraçar a livre atuação do próprio sindicato representante da categoria profissional…”
(…)
arrola o transporte coletivo dentre os serviços e atividades essenciais, não só assegura o direito de greve, “competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender” (art. 1º), como considera legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços ao empregador (art. 2º)”
(…)
“Se os trabalhadores não encontrarem real e efetiva acesso à greve em uma sociedade capitalista, com interesses econômicos e sociais contrapostos – onde a distribuição da riqueza é feita, em regra, em favor de uma minoria que se apropria da riqueza para “distribui-la” por meio de salário, o mais baixo possível, ou mediante benefícios que não afetam significativamente seus ganhos – os demais direitos humanos e fundamentais seriam na prática totalmente negados. É preciso, pois, evitar a penalização da greve. A greve não é um delito!”
Sobre prática antissindical “… de todo conveniente não ignorar a probabilidade de a atitude patronal ostentar a repudiável conotação antissindical, na medida em que punições indiscriminadas relacionadas com o exercício do direito de greve tendem a inibir os trabalhadores. Logo, nada impede concluir que, no caso concreto, sedimentou-se a hipótese – praticamente inerente, infelizmente – de a dispensa do contingente de empregados atrelar-se à sua ousadia em atuar, quanto mais de maneira incisiva, no movimento paredista (1), notadamente porque estava embasada pelo ente sindical representante da sua categoria profissional…”
(…)
“O contexto probatório evidencia que a reclamada (2) efetivamente praticou conduta antissindical, ao despedir a reclamante (3) e outros empregados logo após o movimento paredista promovido por um número considerável de seus empregados, os quais estavam assistidos pelo sindicato da categoria profissional“
1.       Movimento grevista
2.       reclamada refere-se ao Metrô, parte que foi contestada juridicamente pelo Sindicato pelo seu ato de demitir
3.       reclamante é a outra parte jurídica, ou seja, o Sindicato.
Esses trechos revelam o reconhecimento de que se tratou de uma prática antissindical e condena o Metrô por tratar a luta por melhores condições de trabalho como indisciplina.Reconhece que o direito de greve é um direito constitucional e que essa postura da empresa interfere no direito de atuação do sindicato. Demonstra também que esta atitude da empresa inibe os trabalhadores de exercerem seu direito e associa a demissão ao fato de os trabalhadores terem tido ousadia de lutar.
Sobre o direito de “piquete”
“(…) na conformidade da Lei nº 7.783/1989, aqueles que optam pela paralisação têm assegurado, dentre outros direitos, o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar outros trabalhadores à adesão, desde que não violem ou acarretem constrangimento a direitos e garantias fundamentais de outrem (…) e as manifestações e atos de persuasão utilizados não impeçam o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa (…)”
“Tampouco afere-se, no cotejo dos depoimentos colhidos, consonância quanto ao excedimento, inclusive através de violência física, na tentativa de persuasão dos colegas que optaram por não aderir à greve, ou mesmo nos mecanismos empreendidos pelos grevistas nas plataformas de circulação dos trens…”
O direito de piquete é o direito constitucional de empregar meios pacíficos de convencimento de outros trabalhadores para aderir à greve, desde que não haja violência e constrangimento. Segundo a sentença, não há comprovação de excedimento nos meios utilizados pelos participantes da atividade piqueteira, dentre os quais estão os demitidos.
Sobre ausência de falta grave
“…reconhecer a ausência de comprovação cabal e irretorquível acerca dos motivos atribuídos à generalidade dos substituídos (1) na ação coletiva, com feição dolosa, alardeados como justificadores do exercício de um direito potestativo do empregador no desfazimento dos liames de emprego na modalidade impingida, haja vista as gravíssimas consequências que lhes acarretou, tanto no aspecto pessoal, quanto no aspecto profissional…”
“… Sob a premissa de não caber qualificar a luta por melhores condições de trabalho (…) como ato de indisciplina e insubordinação (…) a retrospectiva das circunstâncias fáticas relatadas no feito, até porque aduziu-se devidamente registradas em imagens pelo circuito de segurança da companhia, revela-se suficiente para firmar a convicção quanto à inocorrência de falta grave…“
1.       é o termo jurídico que se refere aos demitidos em julgamento
Aqui, a sentença alega ser inevitável reconhecer que o ato da empresa foi extremamente doloso aos demitidos, ou seja, um ato equivocado, um erro, que acarretou problemas pessoais e profissionais aos trabalhadores. E reconhece ter sido assim pela ausência de uma prova cabal que justificasse a ação da empresa. Mesmo com a avaliação das imagens das atividades, cedidas pelo próprio metrô, não foi possível sustentar essa hipótese.
Demissão injusta e inadequada
“(…) firmando a convicção de inadequação formal dos atos de dispensa, porque o empregador teria deixado de cumprir, de plano, exigência que vislumbrou contida, intrinsecamente, na cláusula 26 ª do Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014 (“No caso de rescisão contratual por iniciativa do METRÔ, com ou sem justa causa, será assegurado ao empregado o direito de defesa, mediante recurso administrativo de sua autoria…”), consubstanciada na indispensabilidade da descrição detalhada da motivação das rupturas contratuais nos primeiros telegramas enviados aos substituídos, que concluiu não suprível por intermédio da regularização dos procedimentos, dias depois, conduta de repetição e convalidação que considera apressada, descuidada, bem como incompatível com a natureza da referida norma coletiva.”
“Nessa diapasão, forçoso reconhecer assistir razão à ré (1), quando pondera que a sentença carece de fundamentação sólida. Isso porque a regra convencional, permissiva de interpretação restritiva, é desprovida da previsão de indispensabilidade da narrativa detalhada de falta grave. E ainda que assim não fosse, nada autoriza convir tenha sido ignorado o amplo direito de defesa que assegura, de forma expressa.”
Além de ferir o direito de greve, o direito de piquete e realizar uma prática antissindical, o Metrô demitiu de forma errada, porque não respeitou o Acordo Coletivo da categoria no que diz respeito à ruptura do contrato de trabalho. Conforme o Acordo Coletivo, a demissão, seja ela por justa causa ou não, precisa garantir o direito de defesa do trabalhador demitido, o que não foi assegurado pelo metrô. Em se tratando de uma justa causa, é necessário uma descrição detalhada do ato que motivou a demissão, o que não estava presente no telegrama recebido pelos demitidos.
Sobre a tentativa do Metrô de associar a determinação de 100% no horário de pico e 70% no Vale à conduta dos demitidos
“Importante destacar não haver como reverberar nos efeitos vindicados pela ré, por obrigar somente o ente sindical (ao qual foi direcionada a previsão de multa diária, ou seja, o destinatário das consequências da alegada afronta ao Estado Democrático de Direito), a eventual colaboração de cada um dos substituídos para o descumprimento da ordem judicial concedida em sede de liminar…”
Como parte de sua argumentação jurídica, o Metrô tentou atribuir aos demitidos a responsabilidade pelo não cumprimento da liminar que exigiu que trabalhássemos 100% no horário de pico e 70% no vale. Isso foi negado e contestado pela sentença porque o “ente sindical”, ou seja, o Sindicato foi responsabilizado por isso e foi obrigado a pagar multa diária por isso. Este último foi o efeito prático da votação que fez o TRT no domingo da greve, que classificou a greve como abusiva. A multa ao Sindicato seria a consequência jurídica da continuidade da greve e não a demissão dos trabalhadores.Portanto, segundo a sentença, a demissão dos funcionários não pode ser utilizada como consequência do fato de termos continuado a greve naquele domingo. A demissão foi retaliação e portanto, ilegal, irregular e deve ser anulada.

Encontro Internacional de Transporte contra a Privatização - São Paulo

Encontro Internacional de Trabalhadores e Trabalhadoras de Transporte contra a Privatização de 1 a 3 de julho em São Paulo O sindicato dos metroviários de São Paulo está chamando um Encontro Internacional para discutir a privatização nos transportes seja a venda para o setor privado, a parceria públicoprivada ou concessões, e seus efeitos sobre a qualidade dos transportes, e sobre os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Além da troca de experiências sobre os processos de privatização e precarização, vamos discutir formas de construir a solidariedade internacional.
 
O Encontro está marcado para 1 a 3 de julho de 2016, na sede do sindicato em São Paulo, que é o local de batalhas históricas pelos direitos trabalhistas e contra a privatização. Dirigentes e ativistas sindicais de todos os meios de transporte – metro-ferroviário, sobre rodas, aéreo ou marítimo – estão convidados a apoiar e participar. Todo material impresso e vídeo sobre o tema devem ser enviados para que possamos gerar um relatório das lutas contra a privatização.

 

Contra PLP 257/16, servidores públicos organizam atos e paralisações dias  14

 

Os representantes dos servidores decidiram por participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal, na próxima segunda (11). Nos dias 13 e 14 (quarta e quinta) realizarão mobilização e paralisação nacional com atos nos estados, para denunciar também à sociedade os riscos do projeto. Também no dia 14, os servidores farão ato nacional em Brasília, com concentração a partir das 9h, no anexo III da Câmara dos Deputados, e ações no Congresso Nacional. Ainda no dia 14, no período da tarde, será realizada reunião ampliada dos servidores estaduais, municipais e federais para definir novas ações contra o PLP 257/16.


Audiência pública denuncia calote do governo tucano de R$ 66 milhões

   
Nessa quarta-feira, 6 de abril, na Assembleia Legislativa de São Paulo, foi realizada uma audiência pública para debater as denúncias de corrupção no Metrô, o avanço da terceirização, a política de precarização do governo Alckmin e também as recentes denúncias sobre o desvio de verbas da merenda do líder do governo Fernando Capez, alvo de protestos recentes de estudantes e das torcidas organizadas em São Paulo.
Audiência Pública “Os Escândalos no Metrô”. O evento, no auditório Teotônio Vilela da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, tem apoio do Sindicato dos Metroviários, FENAMAT e as Centrais Sindicais UST – Conlutas e CTB. De acordo com as Centrais Sindicais, além do chamado “Propinoduto Tucano”, a audiência também denunciará o calote de R$ 66 milhões que o governo deu no Metrô (referente às verbas das gratuidades no transporte), os trens “depenados” que servem de estoque de peças para outras composições e os 26 trens novos que estão parados na Linha 5-Lilás.
Entidades e organizações políticas, também participaram e interviram na audiência, que no final encaminhou um plano de trabalho para o próximo período com uma nova reunião marcada para o dia de hoje.
SOBRE AS DECLARAÇÕES DATENA CONTRA A SEGURANÇA DO METRÔ

Indignação é a palavra que resume o sentimento dos trabalhadores metroviários após declarações mentirosas e parciais do apresentador do programa Brasil Urgente, José Luiz Datena, na Band, no dia 1º de setembro, sobre a atuação dos trabalhadores da segurança do metrô de São Paulo.

Datena, sem responsabilidade e sem apurar a veracidade dos fatos, disse em seu programa que seguranças do metrô haviam agredido um usuário que veio a falecer, após uma abordagem rotineira, o que causou grande comoção entre trabalhadores e usuários.

Segundo os trabalhadores que realizaram essa operação, houve um chamado na estação Anhangabaú para acompanharem um grupo de pessoas, que estavam visivelmente alterados e tinham burlado o sistema.

Após acompanhamento até a estação Sé do metrô, onde foi constatado a visível alteração do comportamento do grupo, que poderia ocasionar danos maiores aos usuários, foi realizada uma abordagem, sendo solicitado ao grupo que se retirasse do sistema, conforme procedimento do Metrô, momento este em que um dos indivíduos se sentiu mal e foi socorrido até o PS mais próximo, onde veio a falecer por decorrência de uma overdose, segundo os médicos. O que deve ser apurado.

Nas imagens das câmeras do metrô não é constatada nenhuma agressão por parte da segurança contra o jovem, assim como no IML não foram encontradas marcas de agressão, segundo informações do próprio delegado da DEATUR que investiga o caso.

Mesmo com tantos indícios que confirmam a versão dos trabalhadores, Datena, no programa do dia 1º de setembro, imputou à segurança a responsabilidade pela morte do jovem. O que se espera de um programa que se diz jornalístico é, no mínimo, seriedade na apuração dos fatos para depois propagar suas notícias, principalmente se tratando de uma acusação tão grave, como as feitas pelo apresentador Datena contra trabalhadores.

O show de horrores e violência transmitidos em programas de televisão, como o do apresentador Datena, se aproveita do sentimento de insegurança dos trabalhadores e extrapola o limite jornalístico, agindo como acusador e sentenciador. Suas ofensas aos trabalhadores da segurança do metrô mais parecem suas opiniões pessoais do que a cobertura dos fatos, tamanha a raiva e discrepância nas informações repassadas ao seu público.

A segurança e os demais trabalhadores metroviários sofrem duros ataques por parte do metrô e do governo do estado, que vêm levando a cabo sua política de privatização, precarizando o serviço e sucateando o metrô de São Paulo. Só para se ter uma ideia, o número do quadro da segurança não acompanha o crescimento populacional de usuários do sistema.

Hoje, a segurança, por força dessa política de descaso do governo estadual e do Metrô, está sobrecarregada e tem seu quadro de funcionários reduzido; na maioria das vezes, uma dupla de seguranças é responsável por mais de três estações, jornadas de trabalho extensa e cansativa, além da pressão pelo aumento da criminalidade dentro do sistema.
Somente neste ano houve um aumento significativo de trabalhadores, principalmente da segurança, que se afastaram do trabalho por sofrerem agressões físicas, psicológicas e ameaças de morte. Mesmo com estes duros ataques, a segurança do metrô é motivo de muito orgulho para a população e para o conjunto dos trabalhadores, pois desempenha o papel de uma segurança civil, humanitária e social.

Os trabalhadores e usuários enxergam nos metroviários o modelo de uma segurança que não utiliza da repressão para cumprir seu dever e que, ao longo desses mais de 40 anos de sua existência, tem como prática a preservação da vida.

Neste sentindo, reafirmamos a irresponsabilidade do apresentador Datena em apresentar acusações contra trabalhadores sem a conclusão formal dos fatos. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo solicita da Rede Bandeirantes de Televisão e do programa Brasil Urgente direito de voz e de resposta contra esta e muitas outras acusações proferidas pelo apresentador José Luiz Datena. Estaremos também nos reunindo com o nosso corpo jurídico e avaliando quais medidas legais poderão ser tomadas.

Sindicato dos Metroviários de São Paulo    

Publicado em 2 de setembro de 2015

Centrais Sindicais Governistas

Centrais Sindicais Governistas, burocratas chapa branca, identificados com o governo federal, aliados e integrantes da sua base de sustentação, não têm qualquer compromisso, nem mesmo verbal, com qualquer transformação social em prol dos trabalhadores, do socialismo. São a aristocracia operária, braço sindical da burguesia, cuja tarefa principal é atuar como ‘bombeiros da luta de classes’. Eles a cumprem fielmente a função de pelegos..

Alguns, de destaque, ganhavam salários condizentes com suas categorias profissionais e, do dia para a noite, deram-se ao luxo de fumar charutos cubanos, comprar carros blindados de última geração, apartamentos em áreas nobres, fazendas, até mesmo empresas de grande porte. Confundem-se com a elite dominante, antagônica dos trabalhadores e de suas reivindicações.


 
Confira os ataques do governo Dilma contra os direitos dos trabalhadores.
Vamos à luta pela revogação das medidas provisórias 664 e 665.
Dia 28 de janeiro 2014 é dia de protesto em todo o Brasil

UST São Paulo  Metroviários

A Central Sindical UST – União Sindical dos Trabalhadores é classista e trabalha de forma autônoma no movimento sindical, contraria o partidarismo que domina o sindicalismo, que é um ataque à unidade sindical, pois, de forma oportunista os partidos políticos predomina no interior dos sindicatos, com objetivo estratégico de se beneficia eleitoralmente. A UST tem independência política partidária, por não estar vinculado e nem aparelhada a nenhum partido politico, estamos blindados das influencias partidária, isso nos credencia a defesa da unidade sindical como importante condição para travar combates e avanços na luta sindical.   O avanço do neoliberalismo fez com que muitos segmentos sindicalismo abandonassem a luta pelo fim da exploração do homem pelo homem e passassem a lutar por politicas de compensações, algumas centrais chegaram a se render completamente ao capital, funcionando como parceiros, através das empresas de saúde, financeiras e dos fundos de pensão.
A UST pretende contribuir para reconstruir uma organização sindical nacional de cunho classista, que atue em conjunto com outros movimentos sociais, para enfrentar a precarização das relações de trabalho, lutar pela retomada os direitos sociais que foram retirados da classe trabalhadora. Elivio Diretor Estadual da UST São Paulo e líder sindical dos Metroviários  tem tarefa politica sindical de construir um movimento de unidade que aponte para a organicidade dos Metroviários e estabeleça seu plano de ação de luta de interesse da categoria.
 
 
Elivio
Diretor de Política Sindical
UST - São Paulo
 
elivio@ust.org.br
Solicitamos apoio para eleições no Sindicato dos Rodoviários ABC
Serão realizadas as eleições para direção do Sintetra (Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários do ABC), provavelmente vão estar inscritas duas chapas: a Chapa da CUT e a Chapa de oposição da UST.  O sindicato tem demonstrado inoperância na defesa dos trabalhadores rodoviários do ABC, motivado pela crise profunda em que se encontra os diretores do sindicato pelo distanciamento da base, não representado mais seus interesses. A ideia que passa de modernização do sindicato na verdade se acentua uma eventual falta de representatividade. Por abandono da luta dos trabalhadores e próximo do governo local, é possível dizer-se que a descrença dos rodoviários do ABC no sindicato é a descrença na atual diretoria que tem clara parceria com governo local que é patrão, que gerencia o transporte urbano. Sendo assim, a Chapa apoia da pela UST pede todo apoio político, já que teremos uma eleição que é bastante pesada tendo em vista o poder politico e econômico que vamos enfrentar.          Qualquer ajuda será bem vinda.              
  Enivam Gomes  - Diretor Nacional da UST

UST realiza reunião com MTE-SRT

Na última terça-feira 28/05/2013 a UST reuniu com o Secretário de Relações do Trabalho – SRT Manoel Messias para discutir pontos relativos à Carta Sindicais dos sindicatos filiados a Central.  

Apresentamos o golpe da suspenção da Carta Sindical levou ao ataque divisionista, fabricando outros sindicatos dentro da categoria contra Sinconet, a correção é importante para que se faça Justiça, que vem reafirmar a legitimidade Sinconet como representante da categoria. A participação de forma solidaria a Sinconet, por entender a garantia do Direito Adquirido, vamos reverter com luta e com certeza da vitória.



UST - ABC no fortalecimento da oposição

UST de São Bernardo – SP assume a luta da oposição do Sindicato dos Rodoviários do Grande ABC com o compromisso de fortalecer essa entidade como instrumento de luta dos trabalhadores, com atrelamento da atual diretoria, não pode defender e fica  contrário o interesse dos trabalhadores, o sindicato já não representa mais os trabalhadores, assina acordos rebaixado direitos, porque defende os interesses do patrão.  O movimento de oposição sindical é uma expressão da luta política para resgatar a real luta e a qualidade de vida dos trabalhadores.       
Companheiros a luta é pra VALER. .

Carlos Borges
Presidente Nacional

UST contra flexibilização da CLT
A proposta da flexibilização da CLT anunciadas pelo governo, com as alterações da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em favor dos empresarios, significa retrocesso para os trabalhadores brasileiros, pois flexibilizar os direitos trabalhistas consolidados, a medida atende apenas antiga reivindicação dos empresários, porém, na prática, a proposta significa a formalização do trabalho precário. Vamos ter um retrocesso no sentido de trocar a situação dos atuais trabalhadores formais por contratos eventuais ou temporários, aumentando assim a informalidade. A Central Sindical UST não participou da reunião das Centrais Chapas Branca, que defenderam no ato publico em favor dos empresários, ficamos sabendo do projeto pelos jornais, que a partir de uma demanda apresentada por empresários ao governo, e ficou para a elaboração do Projeto da flexibilização da CLT, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
 
 
UST na reconstrução do movimento sindical
 
Somos uma central sindical classista, combativa e indepndente. Não somos aparelhados por nenhum governo, temos autonomia e autoridade ética para representar verdadeiramente os interesses da classe trabalhadora.
Temos a proposta de reconstruir o movimento sindical nacional e para isso contamos com a participação ampla e irrestrita dos trabalhadores que romperam com o atual modelo comprometido com as grandes corporações capitalistas que inviabilizam o avanço na luta da classe trabalhadora através do poder econômico. Nosso entendimento que é de extrema urgência a reorganização dos trabalhadores. Vivemos um momento de estagnação da luta operária.      A desmoralização e o descrédito de algumas organizações PELEGAS traz um risco elevado à manutenção das conquistas trabalhistas e pode nos levar a perdas de direitos históricos. É necessário um amplo debate nacional acerca da atuação dos sindicatos e centrais sindicais, como forma de reavaliação do movimento sindical e sua independência em relação ao governo e as corporações capitalistas. Reconstruir o movimento sindical nacional significa realizar um resgate da luta da classe operária pela sua emancipação, através do fortalecimento de seus instrumentos de organização para continuar avançando na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

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