Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES

                       


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Dia Mundial da Água

22 de março de 2018

 A FSM, em nome de seus 92 milhões de trabalhadores nos 5 continentes, por ocasião do Dia Mundial da Água, em 22 de março, expressa sua solidariedade às centenas de milhões de pessoas que sofrem com a distribuição desigual de recursos naturais, a falta de água limpa. e instalações de saneamento. O movimento sindical de classe luta pelo direito de acesso livre a água potável e segura, garantindo sua quantidade e qualidade para todas as pessoas.

Essas atividades estão em completo contraste com a comercialização e a vinculação dos recursos hídricos com a economia de mercado. A água não é um produto comercializável, não deve estar dentro do significado de comida e deve ser fornecida adequadamente, sob a responsabilidade direta de cada governo, igualmente a todos os cidadãos do domínio, como um bem público, não sendo passível de “leis”. de mercado ”e regido pelas regras da engenharia de saúde.

A Federação Mundial dos Sindicatos reafirma sua firme posição, exigindo:

• Recolhidos, processados ​​e distribuídos a baixo custo ou mesmo gratuitamente ao consumidor, sob a responsabilidade central de um transportador público unificado, sem o envolvimento de empresas privadas e de acordo com todas as regras de engenharia de saúde, que exigem:

Construção e funcionamento das modernas unidades de processamento de água, monitoramento regular da vazão processada, um sistema confiável para a destruição de microrganismos e parasitas, uma rede de distribuição completa e segura para os usuários e seu local de residência.

• As disposições legais de segurança, cuja existência é um pré-requisito básico para alcançar os padrões de qualidade da água, devem ser mantidas sob constante observação.

• O monitoramento da qualidade da água e o cumprimento de todas as condições relativas devem ser realizados pelas autoridades públicas.

• As autoridades públicas devem realizar, direta e efetivamente, todas as ações corretivas necessárias em casos de divergência de água dos limites de segurança estabelecidos pela legislação pertinente de cada estado.

A questão da água é uma prioridade da FSM e nos últimos anos organizou dezenas de iniciativas e atua na direção militante acima mencionada, como seminários, jornadas internacionais, conferências, etc. A FSM continuará e fortalecerá ainda mais suas lutas na gestão sustentável dos direitos humanos. recursos hídricos do nosso planeta em favor de todas as pessoas.


 Governo perdeu a batalha da Reforma da Previdência

 O Governo Temer fez de tudo para reformar a Previdência e acabar com a aposentadoria publica dos trabalhadores, para implantar a Previdência Privada. Gastou bilhões de reais do dinheiro público, para comprar o voto dos deputados e em propagandas mentirosas nos meios de comunicação. Com propaganda ostensiva na grande mídia, não conseguiu enganar os trabalhadores e a maioria da população que tem se manifestado contra a mudança na Previdência. A retirada da votação da reforma do Congresso é uma vitória da luta e resistência dos trabalhadores e da população. Os trabalhadores deram várias demonstrações da disposição de luta para barrar essa reforma previdenciária. A reforma da previdência tem o objetivo claro de impedir a aposentadoria do trabalhador brasileiro. Os trabalhadores porque sabem o desgaste de ficarem sem aposentadoria e terão que trabalhar muito mais para receber muito menos na aposentadoria.

 Esse governo esta a serviço dos interesses dos banqueiros que visam estabelecer a previdência privada, dos grandes empresários e do agronegócio e sua meta é jogar a crise sobre as costas dos trabalhadores. O movimento sindical dos trabalhadores não podem baixar a guarda e devemos nos manter mobilizada a população para enfrentar todos os ataques deste governo em conjunto com o Congresso de deputados corruptos.

Se colocar pra votar, o Brasil vai parar!

   UST e Sindicalistas da China

podem firmar parceria

em programas de formação

 Reuniram nesta segunda-feira (06), com o objetivo estratégicos de intercâmbio com a Delegação Chinesas, Federação Municipal Sindical de Hangzhou. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro. Participaram da reunião o Presidente da UST, Carlos Borges, a Presidente da CBAPI -Central Brasileira dos Aposentados, Vanilda Martins e Cristina Luz , Advogada da UST Rio de Janeiro. 

De acordo com Carlos Borges, a reunião definiu uma agenda para discutir as relações de trabalho que poderão firmar convênios para programas de formação sindical e profissional, principalmente no setor dos Funcionários Públicos. A proposta começou a ser discutida entre dirigentes da UST e a Delegação da Federação Sindical Chinesa.

A delegação da UST fez conversar sobre o intercambio na formação sindical. A proposta é de um seminário, que aborda as conjunturas econômicas e políticas dos dois países, as relações entre sindicatos e governo, as relações de trabalho, entre outros temas.  O programa de intercâmbio seguirá com programação de encontros com sindicalistas chineses e brasileiros para aprofundar a relação em favor dos Trabalhadores dos dois países.

       
 

 Entenda a reforma trabalhista aprovada

 Senado aprovou a reforma trabalhista. Dois dias depois, Temer sancionou o projeto que mexe em mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirando direitos históricos.

A principal mudança é o que estabelece o princípio do “negociado sobre o legislado”, ou seja, acordos coletivos entre trabalhadores e patrões podem sobrepor à CLT.

A classe trabalhadora brasileira poderá perder direitos trabalhistas conquistados a duras penas em décadas de lutas. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sofrerá significativos ataques com a Reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer.

 

Federação Sindical Mundial 


Centrais sindicais realizam atos em solidariedade ao povo palestino


A Federação Sindical Mundial (FSM) e as Centrais Sindicais filiadas, realizou, neste 4 de abril, Dia da Terra Palestina, atividades em solidariedade ao povo palestino e sua luta contra as ocupações israelenses em seus territórios.  A participação do embaixador da Palestina do Brasil, Ibrahin Alzeben, que fez um resgate histórico da resistência do povo e agradeceu o apoio internacional. Ele destacou o que ocorre na região “não é guerra é genocídio”, com poder bélico de Israel. 


Presentes:  Centrais sindicais, Carlos Borges da UST, CTB, Raimunda Gomes (Doquinha); Ricardo Saraiva (Big) da Intersindical e. Palestina e Israel (PAEPI), Fernanda Balbino.  No fim do encontro, foi entregue ao embaixador um documento político do ato, assinado pelas entidades participantes. Como forma de agradecimento à iniciativa, Ibrahin Alzeben presenteou o FSM com o Hata, lenço palestino que simboliza a luta palestina.

 


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