Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES


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  VIICongresso Nacional 

Mato Grosso do Sul - Junho 2018


Carlos Borges, Presidente Nacional da Central Sindical UST, é uma organização sindical brasileira independente, que se propõe a construir uma alternativa de luta, convoca os sindicatos filiados, as lideranças sindicais, as Trabalhadoras e trabalhadores, movimentos sociais dos simpatizantes da UST, ao VII Congresso Nacional que acontecerá em meados de junho deste ano, e buscará em conjunto com os trabalhadores debater a conjuntura politica, econômica e social, além de temas essenciais da realidade do trabalhador e o desenvolvimento do País.

 

Fortalecer a participação das entidades sindicais e a democracia interna da UST, discute preparação do VII Congresso. As Delegações se preparam para o VII Congresso Nacional da Central Sindical UST, que acontece junho 2018 em Campo Grande – Mato Grosso do Sul. Os delegados debaterão no evento a conjuntura nacional e internacional e as ações da central sindical para o próximo período.

 

A delegação será composta por delegados sindicalista,  observadores e simpatizantes da UST e a diretoria nacional. O congresso é um momento privilegiado da democracia defendida pela UST desde a sua fundação. Todos os delegados aprovarão os rumos da Central para os cinco anos seguintes.

           Uma central com independência

Edilso Vieira Vice Presidente da UST, afirma que a Central está se consolidado como uma ferramenta que aglutina os trabalhadores, seja no campo, seja na cidade nos movimentos sindical e popular. Vamos organizar os demais setores popular da cidade e do campo. 

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UST presente nos principais acontecimentos políticos do país, a central tem se constituído numa alternativa independente, de luta. O aprofundando da crise econômica e política, vamos nos firmar como uma opção e manter a confiança dos trabalhadores com a alternativa politica sindical.

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2° Congresso mundial do aposentado, tem o desafios para o fortalecimento da UIS - FSM - União Internacional Sindical do aposentado na construção de uma alternativa classista com objetivos de criar estrutura que possa articular ação unitária mundial .


Abrir debates que terão como temas as conjunturas política e a econômica regional e mundial, também realizar um balanço da atuação da UIS, para que possamos apresentar propostas de contribuições globais indicando os rumos para a luta contra a injustiça, a desigualdade, a opressão e a exploração determinam a impossibilidade de uma vida digna para a maioria da população mundial.


A luta organizada ainda é a melhor arma da classe trabalhadora.

    

           
   
 
Diretora das Mulheres organizar as

trabalhadoras contra a retirada de direitos

 

Central Sindical UST é instrumento da luta das mulheres e de todos os setores oprimidos da classe trabalhadora pela sua libertação do jugo de toda a exploração e de toda a opressão contra as mulheres.

Diretora das Mulheres da UST, Andréia Umbelina de Souza, Pedagoga e atuou como diretora sindical por 2 mandatos no Sinttel-MG, Sindicato de Telecomunicações de Minas Gerais.  Para Andréia Umbelina de Souza, defende e fortalece a UST, que ao longo de sua existência sempre teve participação de movimentos de combate a opressão e enfrentamento da violência contra mulher tão alarmantes. As mulheres representam 50% da mão de obra no nosso país e linha de frente em todas as lutas, estamos bem representando na direção UST o real peso do movimento de mulheres trabalhadora.

As mulheres trabalhadoras ainda recebem 24% a menos que os homens pelos mesmos trabalhos e a mulher com filhos recebe menos ainda. Porém, se levarmos em conta que as mulheres estão nos trabalhos menos remunerados, esta desigualdade é muito maior. As mulheres são 83% dos trabalhadores domésticos, que estão entre os menos remunerados.

 Está faltando vagas nas creches, médicos e remédios nos hospitais, para dizer sobre alguns serviços básicos que atingem em cheio a vida das mulheres trabalhadoras. O desemprego crescente também ameaça a vida das mulheres, que são as primeiras a serem demitidas pelas empresas.

 

 
  

 
 
  PAME denuncia a prisão de Aned Tamimi

Tribunal militar israelense de condenar Ahed Tamimi

Na quarta-feira, 21 de março, o tribunal militar israelense em Oferta condenou Ahed Tamimi e sua mãe em oito meses de prisão e uma multa de US $ 1.500 cada. “Sua condenação foi baseada em extorsão “, ou você se declara culpado e permanece preso por alguns meses, ou se declara inocente e nós fechamos a prisão dele por 10 anos ".

Os militantes palestinos são "culpados" apenas porque defendem o direito de seu povo a viver em liberdade. Ahed Tamimi foi presa e sentenciada porque permaneceu como outras palestinas crianças com o sling contra tanques de ocupação israelense. Ahed Tamimi foi condenado por Israel porque ela resistiu.

Trabalhadores de todo o mundo condenam a barbárie do imperialismo que aprisiona e mata jovens crianças A convicção de Tamimi é outro motivo para fortalecer a Solidariedade dos Trabalhadores a libertação da Palestina, a libertação de todos os presos políticos palestinos.

A convicção de Tamimi também revela o papel da UE, bem como várias forças e organizações que, em apoio à vingança de Israel, falou de "proporcionalidade aos castigos" para Israel. "Que proporcionalidade existe entre o soldado armado e a menina que a defende?

Casa? Qual proporção é aceitável quando Israel, com o apoio da EE. EUA-NATO-UE, Ocupações Palestina e oprime um povo inteiro?

Esta é a "paz" e "justiça" dos imperialistas. Pobreza, opressão, prisão e assassinato de crianças pequenas.

PAME, o movimento de classes da Grécia, apóia o direito de todo povo de lutar contra opressão, exploração e imperialismo. Estamos do lado do povo palestino em sua luta por seu próprio estado palestino independente, com a capital de Jerusalém Oriental no borda de '67.

Mas, seja qual for a decisão que tomarem, quantas detenções, prisões e condenações puderem será imposta, as lutas dos povos pela liberdade não cessarão. As lutas, os sonhos e esperanças de um povo inteiro não podem ser trancados em nenhuma prisão!

Continuamos e fortalecemos a luta por uma sociedade em que crianças de todo o mundo se encontram suas escolas e não em prisões.

Apelamos aos sindicatos na Grécia para denunciarem a condenação de Ahed Tamimi e seus

mae Reforçamos iniciativas de solidariedade com o povo palestino.

LIBERDADE Aned Tamimi- Palestina LIVRE!

Grécia, Atenas 22 de março de 2018

Dia Mundial da Água

22 de março de 2018

 A FSM, em nome de seus 92 milhões de trabalhadores nos 5 continentes, por ocasião do Dia Mundial da Água, em 22 de março, expressa sua solidariedade às centenas de milhões de pessoas que sofrem com a distribuição desigual de recursos naturais, a falta de água limpa. e instalações de saneamento. O movimento sindical de classe luta pelo direito de acesso livre a água potável e segura, garantindo sua quantidade e qualidade para todas as pessoas.

Essas atividades estão em completo contraste com a comercialização e a vinculação dos recursos hídricos com a economia de mercado. A água não é um produto comercializável, não deve estar dentro do significado de comida e deve ser fornecida adequadamente, sob a responsabilidade direta de cada governo, igualmente a todos os cidadãos do domínio, como um bem público, não sendo passível de “leis”. de mercado ”e regido pelas regras da engenharia de saúde.

A Federação Mundial dos Sindicatos reafirma sua firme posição, exigindo:

• Recolhidos, processados ​​e distribuídos a baixo custo ou mesmo gratuitamente ao consumidor, sob a responsabilidade central de um transportador público unificado, sem o envolvimento de empresas privadas e de acordo com todas as regras de engenharia de saúde, que exigem:

Construção e funcionamento das modernas unidades de processamento de água, monitoramento regular da vazão processada, um sistema confiável para a destruição de microrganismos e parasitas, uma rede de distribuição completa e segura para os usuários e seu local de residência.

• As disposições legais de segurança, cuja existência é um pré-requisito básico para alcançar os padrões de qualidade da água, devem ser mantidas sob constante observação.

• O monitoramento da qualidade da água e o cumprimento de todas as condições relativas devem ser realizados pelas autoridades públicas.

• As autoridades públicas devem realizar, direta e efetivamente, todas as ações corretivas necessárias em casos de divergência de água dos limites de segurança estabelecidos pela legislação pertinente de cada estado.

A questão da água é uma prioridade da FSM e nos últimos anos organizou dezenas de iniciativas e atua na direção militante acima mencionada, como seminários, jornadas internacionais, conferências, etc. A FSM continuará e fortalecerá ainda mais suas lutas na gestão sustentável dos direitos humanos. recursos hídricos do nosso planeta em favor de todas as pessoas.


Mato Grosso do Sul organiza a luta dos trabalhadores na perspectiva de construir e fortalecer a Central Sindical UST

 

Central Sindical UST presente em todos os ramos de atividade econômica do país, Edilso Vieira, Vice Presidente nacional da Central, realiza no Mato Grosso do Sul agenda de visitas de forma itinerante em todos os municípios do Estado, promovendo debate e encontros voltados para a defesa dos interesses da população e os trabalhadores de todos os seguimentos.

 Os eventos reunirão a população, dirigentes e assessores sindicais, pessoas e organizações sociais que interagem os movimentos populares e sindicalistas, o compromisso do Vice Presidente Edilso é discutir as propostas para potencialização da empregabilidade no Estado. Estamos certos de que a presença do Edilso será de grande valia para buscarmos alternativas conjuntas na luta contra o desemprego e melhoria na qualidade de vida para todos.

Este tipo de atividade é o que entendemos por Agenda Positiva e estamos investindo na organização dos trabalhadores na busca e articulação entre as entidades da sociedade civil organizada e o Poder Público, defendemos incentivos fiscais ao pequeno produtor rural, para indústria e serviços, são maneiras para encontrarmos alternativas concretas no combate ao desemprego e potencializarmos a criação de novos postos de trabalho, buscando a melhoria da população e maior desenvolvimento para o Mato Grosso do Sul.


 Governo perdeu a batalha da Reforma da Previdência

 O Governo Temer fez de tudo para reformar a Previdência e acabar com a aposentadoria publica dos trabalhadores, para implantar a Previdência Privada. Gastou bilhões de reais do dinheiro público, para comprar o voto dos deputados e em propagandas mentirosas nos meios de comunicação. Com propaganda ostensiva na grande mídia, não conseguiu enganar os trabalhadores e a maioria da população que tem se manifestado contra a mudança na Previdência. A retirada da votação da reforma do Congresso é uma vitória da luta e resistência dos trabalhadores e da população. Os trabalhadores deram várias demonstrações da disposição de luta para barrar essa reforma previdenciária. A reforma da previdência tem o objetivo claro de impedir a aposentadoria do trabalhador brasileiro. Os trabalhadores porque sabem o desgaste de ficarem sem aposentadoria e terão que trabalhar muito mais para receber muito menos na aposentadoria.

 Esse governo esta a serviço dos interesses dos banqueiros que visam estabelecer a previdência privada, dos grandes empresários e do agronegócio e sua meta é jogar a crise sobre as costas dos trabalhadores. O movimento sindical dos trabalhadores não podem baixar a guarda e devemos nos manter mobilizada a população para enfrentar todos os ataques deste governo em conjunto com o Congresso de deputados corruptos.

Se colocar pra votar, o Brasil vai parar!

     
            
 Estado espanhol
As concentrações multinacionais levam as ruas contra o miserável aumento das pensões e em defesa de pensões decentes

Dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria pensionistas, saíram para protestar contra a perda do poder de compra das pensões e em defesa de pensões públicas decentes. Entre a manhã e a tarde de 22 de fevereiro, existem mais de 80 cidades onde os pensionistas se concentraram ou serão concentrados, convocados pelo Coordenador do Estado para a Defesa do Sistema Público de Pensão, uma plataforma que agrupa centenas de marés e grupos de pensionistas e trabalhadores em todo o estado que se opõem às reformas das pensões de 2011 e 2013 aprovadas pelos governos de Zapatero e Rajoy e exigem sua revogação.

Madri: "Menos ladrões e mais pensões" 
 
 Honduras: FSM condena a repressão

A Federação Mundial de Sindicatos (FSM), que agrupa mais de 92 milhões trabalhadores em 126 países ao redor do mundo, é solidária com as pessoas de Honduras, que durante os últimos dias sofreu uma vil repressão por ter protestou contra o autoritarismo do governo hondurenho. Ao mesmo tempo, A FSM condena da maneira mais enfática a violência repressiva após o toque que foi decretado pelo governo de Honduras, bem como o suspensão de garantias constitucionais.

No entanto, não é a primeira vez que a burguesia hondurenha recorreu a violência brutal desde que no golpe de 2009 não hesitou em reprimir as pessoas e os trabalhadores de Honduras que tinham deixado nas ruas para protestar contra a interferência imperialista dos EUA.

A grande família sindical da FSM reitera a sua solidariedade com as pessoas e com a Classe trabalhadora hondurenha, rejeita intervenções imperialistas em Honduras e exige que o direito de cada pessoa decidir é respeitado livre e democrático sobre o presente e o futuro.

          
    A organização da classe             trabalhadora na Bahia

KLEBIO OLIVEIRA, Diretor Nacional, sua luta tinha como ideal as causas populares e à luta dos trabalhadores do Transporte alternativo e complementares, é uma conquista e opção no terreno da organização dos  transportes populares no Brasil. Por isso, tem cumprido um papel significativo na luta.

A Central Sindical UST tem sido fundamental e mesmo decisivo em vários momentos para construir e garantir a mais ampla unidade de ação para colocar a organização dos transportes populares. Foi assim na articulação dos sindicatos e associações da categoria dos Transportes alternativos

Central Sindical UST - Bahia ainda em fase de reoganização, mas tem cumprido um papel de primeira linha na busca por retomar a unidade de ação para lutar, na unificação dos sindicatos.  Isso demonstra que a central tem estado presente nas lutas, buscando unir o conjunto da classe trabalhadora, sem perder sua autonomia, ligada aos processos reais e junto com a classe em luta.

A força e a disposição de lutas dos trabalhadores, diferentemente da maioria das centrais burocráticas que colocam a culpa na falta de disposição dos trabalhadores para lutar, defendemos que e que é necessário seguir apostando nas mobilizações.

Nossa insistência no chamado à construção UST Nordeste tem se pautado pela compreensão da existência de uma forte disposição de luta da classe trabalhadora. Isso, frente ao desemprego, à piora nas condições de vida, ao aumento da violência que vitima o povo pobre e negro da periferia; contra o mar de lama da corrupção e a continuidade da política de retirada de direitos, e que se intensificam ainda mais com o atual governo de Temer (PMDB). 
                    
Central Sindical UST – Bahia 

KLEBIO OLIVEIRA - Diretor Nacional

                       RUA VEREADOR JOÃO SILVA 532 - BAURRO ANDAIA - SANTO ANTONIO DE JESUS 
  
   UST e Sindicalistas da China

podem firmar parceria

em programas de formação

 Reuniram nesta segunda-feira (06), com o objetivo estratégicos de intercâmbio com a Delegação Chinesas, Federação Municipal Sindical de Hangzhou. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro. Participaram da reunião o Presidente da UST, Carlos Borges, a Presidente da CBAPI -Central Brasileira dos Aposentados, Vanilda Martins e Cristina Luz , Advogada da UST Rio de Janeiro. 

De acordo com Carlos Borges, a reunião definiu uma agenda para discutir as relações de trabalho que poderão firmar convênios para programas de formação sindical e profissional, principalmente no setor dos Funcionários Públicos. A proposta começou a ser discutida entre dirigentes da UST e a Delegação da Federação Sindical Chinesa.

A delegação da UST fez conversar sobre o intercambio na formação sindical. A proposta é de um seminário, que aborda as conjunturas econômicas e políticas dos dois países, as relações entre sindicatos e governo, as relações de trabalho, entre outros temas.  O programa de intercâmbio seguirá com programação de encontros com sindicalistas chineses e brasileiros para aprofundar a relação em favor dos Trabalhadores dos dois países.

       
 

 Entenda a reforma trabalhista aprovada

 Senado aprovou a reforma trabalhista. Dois dias depois, Temer sancionou o projeto que mexe em mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirando direitos históricos.

A principal mudança é o que estabelece o princípio do “negociado sobre o legislado”, ou seja, acordos coletivos entre trabalhadores e patrões podem sobrepor à CLT.

A classe trabalhadora brasileira poderá perder direitos trabalhistas conquistados a duras penas em décadas de lutas. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sofrerá significativos ataques com a Reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer.

 

Federação Sindical Mundial 


Centrais sindicais realizam atos em solidariedade ao povo palestino


A Federação Sindical Mundial (FSM) e as Centrais Sindicais filiadas, realizou, neste 4 de abril, Dia da Terra Palestina, atividades em solidariedade ao povo palestino e sua luta contra as ocupações israelenses em seus territórios.  A participação do embaixador da Palestina do Brasil, Ibrahin Alzeben, que fez um resgate histórico da resistência do povo e agradeceu o apoio internacional. Ele destacou o que ocorre na região “não é guerra é genocídio”, com poder bélico de Israel. 


Presentes:  Centrais sindicais, Carlos Borges da UST, CTB, Raimunda Gomes (Doquinha); Ricardo Saraiva (Big) da Intersindical e. Palestina e Israel (PAEPI), Fernanda Balbino.  No fim do encontro, foi entregue ao embaixador um documento político do ato, assinado pelas entidades participantes. Como forma de agradecimento à iniciativa, Ibrahin Alzeben presenteou o FSM com o Hata, lenço palestino que simboliza a luta palestina.

 


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