Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES





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Central Sindical UST deseja Boas Festas aos trabalhadores e trabalhadoras

 

 

A Central Sindical UST deseja Boas Festas para trabalhadores e trabalhadoras, vamos iniciar 2018 com as mesmas lutas que marcaram nossa história.

 

Fomos às ruas e colocamos a pauta da classe trabalhadora no centro do debate, abrindo espaço para uma luta verdadeiramente popular independente sem tutela.

 

A luta continua em 2018, os resultados destas batalhas e que este final de ano renove nossa capacidade de indignação, luta e vitórias.

Carlos Borges - Presidente Nacional

 

 

      Boas Festas aos trabalhadores

 e trabalhadoras e seus familiares !

 

 
 CONGRESSO MUNDIAL   

  DAS MULHERES DE TRABALHO

Cidade do Panamá

8 - 9 - 10 de março de 2018

A Federação Mundial de Sindicatos, desde a sua fundação, organizou lutas e atividades para a igualdade das mulheres trabalhadoras, para o seu despertar e para a melhoria da sua posição em todas as áreas da sua vida social. Desde a sua fundação em outubro de 1945, organizou muitos congressos trabalhistas, bem como diversas atividades e iniciativas militantes.

As exigências de igualdade feminina, para a igualdade de remuneração pelo trabalho igual, para a licença de gravidez e parto, pelo respeito pela personalidade das mulheres, pela proteção contra a prostituição e pelo tráfico de seres humanos, foram escritas pela primeira vez nas bandeiras e comunicações da FSM.

O movimento sindical orientado para a classe orgulha-se de suas lutas e esforços para a emancipação e o reconhecimento social das mulheres que trabalham. A FSM e seus sindicatos afiliados foram os primeiros a nomear quadros femininos para cargos importantes dentro da vida e atividade dos sindicatos, com um papel substancial e não decorativo. A FSM foi a primeira a invocar mulheres e homens para lutas conjuntas orientadas para a classe contra a exploração capitalista e a agressão dos monopólios e dos cartéis.   leia mais...

 
  

Peru: Solidariedade da FSM com a classe trabalhadora do Peru

3 de novembro de 2017

AMERICA LATINA , PERU

A FSM, em nome de seus mais de 92 milhões de afiliados em 126 países do mundo, expressa sua solidariedade internacionalista com o sindicato unificado de trabalhadores da SPCC e anexos - SUTAX após a repressão de 22 de novembro sofrida pela Polícia Nacional . A única "falha" de nossos irmãos operários peruanos foi que eles usaram seu direito legítimo à greve geral indefinida, diante das ações da Companhia que estavam rompendo os acordos coletivos como a participação de utilitários e a falta de implementação do Hospital entre outros.

A resposta dos chefes foi a repressão e a violência, disparando gás lacrimogêneo, pellets e balas contra os trabalhadores indefesos, ao mesmo tempo em que estavam desenvolvendo coordenações pacificamente em frente às instalações da união. O resultado foi vários trabalhadores com lesões graves e mais de 20 trabalhadores presos.   A grande família da Federação Mundial de Sindicatos reitera sua solidariedade com os trabalhadores da mineração e rejeita da maneira mais enfática a violência do Estado. São os trabalhadores da mineração que geram os grandes lucros desta empresa e aqueles que enchem de suor e sangue os cofres da burguesia peruana.

Ao mesmo tempo, instamos o governo peruano a lidar com as justas exigências dos trabalhadores mineiros e a libertar os prisioneiros imediatamente. Da mesma forma, solicitamos a sanção exemplar dos responsáveis ​​por essa agressão policial e apelamos a cada sindicato para que apoiem nossos colegas peruanos.

Com a repressão!    viva a luta dos mineiros peruanos

 
 Honduras: FSM condena a repressão

A Federação Mundial de Sindicatos (FSM), que agrupa mais de 92 milhões trabalhadores em 126 países ao redor do mundo, é solidária com as pessoas de Honduras, que durante os últimos dias sofreu uma vil repressão por ter protestou contra o autoritarismo do governo hondurenho. Ao mesmo tempo, A FSM condena da maneira mais enfática a violência repressiva após o toque que foi decretado pelo governo de Honduras, bem como o suspensão de garantias constitucionais.

No entanto, não é a primeira vez que a burguesia hondurenha recorreu a violência brutal desde que no golpe de 2009 não hesitou em reprimir as pessoas e os trabalhadores de Honduras que tinham deixado nas ruas para protestar contra a interferência imperialista dos EUA.

A grande família sindical da FSM reitera a sua solidariedade com as pessoas e com a Classe trabalhadora hondurenha, rejeita intervenções imperialistas em Honduras e exige que o direito de cada pessoa decidir é respeitado livre e democrático sobre o presente e o futuro.

          
   
    A organização da classe             trabalhadora na Bahia

KLEBIO OLIVEIRA, Diretor Nacional, sua luta tinha como ideal as causas populares e à luta dos trabalhadores do Transporte alternativo e complementares, é uma conquista e opção no terreno da organização dos  transportes populares no Brasil. Por isso, tem cumprido um papel significativo na luta.

A Central Sindical UST tem sido fundamental e mesmo decisivo em vários momentos para construir e garantir a mais ampla unidade de ação para colocar a organização dos transportes populares. Foi assim na articulação dos sindicatos e associações da categoria dos Transportes alternativos

Central Sindical UST - Bahia ainda em fase de reoganização, mas tem cumprido um papel de primeira linha na busca por retomar a unidade de ação para lutar, na unificação dos sindicatos.  Isso demonstra que a central tem estado presente nas lutas, buscando unir o conjunto da classe trabalhadora, sem perder sua autonomia, ligada aos processos reais e junto com a classe em luta.

A força e a disposição de lutas dos trabalhadores, diferentemente da maioria das centrais burocráticas que colocam a culpa na falta de disposição dos trabalhadores para lutar, defendemos que e que é necessário seguir apostando nas mobilizações.

Nossa insistência no chamado à construção UST Nordeste tem se pautado pela compreensão da existência de uma forte disposição de luta da classe trabalhadora. Isso, frente ao desemprego, à piora nas condições de vida, ao aumento da violência que vitima o povo pobre e negro da periferia; contra o mar de lama da corrupção e a continuidade da política de retirada de direitos, e que se intensificam ainda mais com o atual governo de Temer (PMDB). 
                    
Central Sindical UST – Bahia 

KLEBIO OLIVEIRA - Diretor Nacional

                       RUA VEREADOR JOÃO SILVA 532 - BAURRO ANDAIA - SANTO ANTONIO DE JESUS 
  
   UST e Sindicalistas da China

podem firmar parceria

em programas de formação

 Reuniram nesta segunda-feira (06), com o objetivo estratégicos de intercâmbio com a Delegação Chinesas, Federação Municipal Sindical de Hangzhou. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro. Participaram da reunião o Presidente da UST, Carlos Borges, a Presidente da CBAPI -Central Brasileira dos Aposentados, Vanilda Martins e Cristina Luz , Advogada da UST Rio de Janeiro. 

De acordo com Carlos Borges, a reunião definiu uma agenda para discutir as relações de trabalho que poderão firmar convênios para programas de formação sindical e profissional, principalmente no setor dos Funcionários Públicos. A proposta começou a ser discutida entre dirigentes da UST e a Delegação da Federação Sindical Chinesa.

A delegação da UST fez conversar sobre o intercambio na formação sindical. A proposta é de um seminário, que aborda as conjunturas econômicas e políticas dos dois países, as relações entre sindicatos e governo, as relações de trabalho, entre outros temas.  O programa de intercâmbio seguirá com programação de encontros com sindicalistas chineses e brasileiros para aprofundar a relação em favor dos Trabalhadores dos dois países.

       


        

 

 Entenda a reforma trabalhista aprovada

 Senado aprovou a reforma trabalhista. Dois dias depois, Temer sancionou o projeto que mexe em mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirando direitos históricos.

A principal mudança é o que estabelece o princípio do “negociado sobre o legislado”, ou seja, acordos coletivos entre trabalhadores e patrões podem sobrepor à CLT.

A classe trabalhadora brasileira poderá perder direitos trabalhistas conquistados a duras penas em décadas de lutas. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sofrerá significativos ataques com a Reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer.

   

 

Federação Sindical Mundial 


Centrais sindicais realizam atos em solidariedade ao povo palestino


A Federação Sindical Mundial (FSM) e as Centrais Sindicais filiadas, realizou, neste 4 de abril, Dia da Terra Palestina, atividades em solidariedade ao povo palestino e sua luta contra as ocupações israelenses em seus territórios.  A participação do embaixador da Palestina do Brasil, Ibrahin Alzeben, que fez um resgate histórico da resistência do povo e agradeceu o apoio internacional. Ele destacou o que ocorre na região “não é guerra é genocídio”, com poder bélico de Israel. 


Presentes:  Centrais sindicais, Carlos Borges da UST, CTB, Raimunda Gomes (Doquinha); Ricardo Saraiva (Big) da Intersindical e. Palestina e Israel (PAEPI), Fernanda Balbino.  No fim do encontro, foi entregue ao embaixador um documento político do ato, assinado pelas entidades participantes. Como forma de agradecimento à iniciativa, Ibrahin Alzeben presenteou o FSM com o Hata, lenço palestino que simboliza a luta palestina.

  
             

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