Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES

  

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Dia Internacional da enfermagem
Saudações SINDICAL

Central Sindical UST apresenta homenagem milhares trabalhadores em enfermeiras, técnicos, parteiras e auxiliares, que com fraternidade e esforço enfrenta as doenças mundial.
A pandemia provocada pelo coronavírus serviu para algo, foi a visibilização massiva do importante papel das enfermeiras, é por isso que hoje mais do que nunca é necessário apoiar as suas demandas para que não sejam homenageadas uma vez por ano, mas que sua tarefa como trabalhadores da saúde seja reconhecida e seus direitos sejam garantidos.

    
  

Viva eterna a enfermagem...

Abraço forte

Carlos Borges  
 
   Paga já!
Bolsonaro enrola pagamento de auxílio emergencial

Humilhação. Esse tem sido o sentimento dos trabalhadores que até agora não receberam o auxílio de R$ 600 do Governo Federal, é direito do povo e mostra que o governo não sabem alguma coisa sobre a realidade social dos brasileiros.
    

 
 
 
 
  
1* de maio 2020
  
 Em meio à pandemia e a grave crise que vivemos, o 1º de maio deveria ser um dia de luta dos trabalhadores, mais que nunca. Mas as principais centrais sindicais do país estão preparando um ato que é uma vergonha que precisa ser não somente rechaçada, mas é necessário construir um outro ato independente neste 1º de maio, um ato classista, sem inimigos dos trabalhadores, e pelo Fora Bolsonaro-Mourão, esse é nosso chamado.

Nos últimos dias surgiu uma convocatória de um 1º de maio unificando todas as 11 centrais sindicais (entre elas Força Sindical, UGT, CTB, CGTB, Nova Central, CSB, CUT e inclusive Intersindical e CSP-Conlutas) com o lema “Saúde, Emprego, Renda: um novo mundo é possível com solidariedade”. Já seria estranho tamanha unidade num 1º de maio, pois dentre essas centrais sindicais estão golpistas como a Força Sindical e a UGT, parte do que existe de pior da burocracia sindical do país, e outros do tipo. Isso obviamente limitaria o que o ato poderia levantar politicamente, como desde o começo alertaram os dirigentes da centrais, que não permitiria ter como lema do ato sequer o “Fora Bolsonaro”, pois nem isso há acordo.


Viva o 1 de maio classista




DECLARAÇÃO DE 1 DE MAIO 

O Dia Internacional do Trabalho deste ano de 2020 ocorre em um contexto em todos os aspectos particulares. De fato, o Senegal, a África e o Mundo, sob o efeito do COVID 19, encontram-se confinados e suas populações são reduzidas, quase todos os lugares e diariamente, para fazer com que os macabros contem seus doentes e mortos de quem eles distraem com esperança e às vezes temem o número de curados.   Que esse caso possa ser visto no século XXI, um século de globalização e ousadia tecnológica, não é apenas paradoxal. Ele nos convida a refletir sobre as prioridades, os bens comuns, as emergências, as conversões para as quais devemos resolver.   Trabalhadores de todos os países, em particular, são desafiados não apenas a se envolverem plenamente na dura batalha pela saída da pandemia, ou seja, para impedir que a humanidade caia no caos, mas também no importante, que consiste em agir para que nunca mais seja assim.   Por seu lado, os trabalhadores senegaleses, através de suas organizações representativas, já deram o tom.   Eles responderam ao pedido do Presidente da República de, com ele, desenvolver uma resposta nacional contra o coronavírus e seus incômodos. Eles se envolveram contribuindo com o fundo "Force Covid 19" para contribuir com o esforço nacional destinado a enfrentar com êxito a pandemia de coronavírus.   Por fim, levando em conta a natureza excepcional do período, eles decidiram adiar qualquer forma de evento ou festa, por ocasião de 1º de maio, e qualquer tipo de arquivo de queixas.  
O Independence and Labour Party saúda o patriotismo dos trabalhadores senegaleses. Ele elogia a inteligência do contexto e a capacidade de elevação. O PIT está convencido, com eles, de que as medidas tomadas pelo Presidente da República para economizar empregos, garantir trabalho, permitem que o Senegal permaneça resiliente, que essas medidas devem ser apoiadas e ampliadas. A este respeito, o PIT convida os trabalhadores senegaleses a retransmitir o apelo do Presidente da República pelo cancelamento da dívida dos países africanos. Ele também os convida a continuar envolvidos no trabalho necessário para conscientizar o povo senegalês de uma cultura de gestos de barreira e de medidas nacionais de salvaguarda.   O PIT Senegal saúda particularmente os profissionais de saúde, os responsáveis ​​pela segurança que estão colocando suas vidas, tão obviamente hoje em dia, em risco de salvar as vidas de seus compatriotas.   O Partido da Independência e do Trabalho continua convencido de que, unidos e unidos em torno do mesmo objetivo, o povo senegalês acabará saindo dessa grande provação com vantagem.
   Viva 1 de maio classista!
  

Tudo é política, inclusive o silêncio comodo fantasiado de neutralidade...


Avaliações resumida

Diante da crise brasileira a esquerda está paralisada, desarmada e anestesiada, estão passivas, a impressão que tenho que na rua é que as pessoas estão furiosas com todas as perdas de direitos, com a crise econômica e as saídas é levante popular.

Percebo que os movimentos sociais estão intimidados com ameaça de ditadura militar.

Estamos em crise econômica e política, a oposição não tem liderança de expressão para fazer frente ao governo de direita.

Estamos com dificuldade financeira de mobilização e fazer frente ao governo que está privatizado e tirando os direitos dos trabalhadores.

Abraço forte camarada


 Coronavírus fica em casa...


UST Rio de Janeiro está fortalecido
Encontro Estadual

Representantes de sindicatos e movimentos sociais se reuniu neste sábado 30 de março) para discutir a conjuntura nacional e eleger a nova direção da UST Rio de Janeiro. O encontro aconteceu em Gonçalo, a primeira parte da reunião discutiu a conjuntura nacional e na segunda parte debateu movimento sindical e a conjuntura Estadual do Rio de Janeiro.


Dia Mundial da Água

22 de março de 2018

 A FSM, em nome de seus 92 milhões de trabalhadores nos 5 continentes, por ocasião do Dia Mundial da Água, em 22 de março, expressa sua solidariedade às centenas de milhões de pessoas que sofrem com a distribuição desigual de recursos naturais, a falta de água limpa. e instalações de saneamento. O movimento sindical de classe luta pelo direito de acesso livre a água potável e segura, garantindo sua quantidade e qualidade para todas as pessoas.

Essas atividades estão em completo contraste com a comercialização e a vinculação dos recursos hídricos com a economia de mercado. A água não é um produto comercializável, não deve estar dentro do significado de comida e deve ser fornecida adequadamente, sob a responsabilidade direta de cada governo, igualmente a todos os cidadãos do domínio, como um bem público, não sendo passível de “leis”. de mercado ”e regido pelas regras da engenharia de saúde.

A Federação Mundial dos Sindicatos reafirma sua firme posição, exigindo:

• Recolhidos, processados ​​e distribuídos a baixo custo ou mesmo gratuitamente ao consumidor, sob a responsabilidade central de um transportador público unificado, sem o envolvimento de empresas privadas e de acordo com todas as regras de engenharia de saúde, que exigem:

Construção e funcionamento das modernas unidades de processamento de água, monitoramento regular da vazão processada, um sistema confiável para a destruição de microrganismos e parasitas, uma rede de distribuição completa e segura para os usuários e seu local de residência.

• As disposições legais de segurança, cuja existência é um pré-requisito básico para alcançar os padrões de qualidade da água, devem ser mantidas sob constante observação.

• O monitoramento da qualidade da água e o cumprimento de todas as condições relativas devem ser realizados pelas autoridades públicas.

• As autoridades públicas devem realizar, direta e efetivamente, todas as ações corretivas necessárias em casos de divergência de água dos limites de segurança estabelecidos pela legislação pertinente de cada estado.

A questão da água é uma prioridade da FSM e nos últimos anos organizou dezenas de iniciativas e atua na direção militante acima mencionada, como seminários, jornadas internacionais, conferências, etc. A FSM continuará e fortalecerá ainda mais suas lutas na gestão sustentável dos direitos humanos. recursos hídricos do nosso planeta em favor de todas as pessoas.


 Governo perdeu a batalha da Reforma da Previdência

 O Governo Temer fez de tudo para reformar a Previdência e acabar com a aposentadoria publica dos trabalhadores, para implantar a Previdência Privada. Gastou bilhões de reais do dinheiro público, para comprar o voto dos deputados e em propagandas mentirosas nos meios de comunicação. Com propaganda ostensiva na grande mídia, não conseguiu enganar os trabalhadores e a maioria da população que tem se manifestado contra a mudança na Previdência. A retirada da votação da reforma do Congresso é uma vitória da luta e resistência dos trabalhadores e da população. Os trabalhadores deram várias demonstrações da disposição de luta para barrar essa reforma previdenciária. A reforma da previdência tem o objetivo claro de impedir a aposentadoria do trabalhador brasileiro. Os trabalhadores porque sabem o desgaste de ficarem sem aposentadoria e terão que trabalhar muito mais para receber muito menos na aposentadoria.

 Esse governo esta a serviço dos interesses dos banqueiros que visam estabelecer a previdência privada, dos grandes empresários e do agronegócio e sua meta é jogar a crise sobre as costas dos trabalhadores. O movimento sindical dos trabalhadores não podem baixar a guarda e devemos nos manter mobilizada a população para enfrentar todos os ataques deste governo em conjunto com o Congresso de deputados corruptos.

Se colocar pra votar, o Brasil vai parar!

   UST e Sindicalistas da China

podem firmar parceria

em programas de formação

 Reuniram nesta segunda-feira (06), com o objetivo estratégicos de intercâmbio com a Delegação Chinesas, Federação Municipal Sindical de Hangzhou. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro. Participaram da reunião o Presidente da UST, Carlos Borges, a Presidente da CBAPI -Central Brasileira dos Aposentados, Vanilda Martins e Cristina Luz , Advogada da UST Rio de Janeiro. 

De acordo com Carlos Borges, a reunião definiu uma agenda para discutir as relações de trabalho que poderão firmar convênios para programas de formação sindical e profissional, principalmente no setor dos Funcionários Públicos. A proposta começou a ser discutida entre dirigentes da UST e a Delegação da Federação Sindical Chinesa.

A delegação da UST fez conversar sobre o intercambio na formação sindical. A proposta é de um seminário, que aborda as conjunturas econômicas e políticas dos dois países, as relações entre sindicatos e governo, as relações de trabalho, entre outros temas.  O programa de intercâmbio seguirá com programação de encontros com sindicalistas chineses e brasileiros para aprofundar a relação em favor dos Trabalhadores dos dois países.

       
 

 Entenda a reforma trabalhista aprovada

 Senado aprovou a reforma trabalhista. Dois dias depois, Temer sancionou o projeto que mexe em mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirando direitos históricos.

A principal mudança é o que estabelece o princípio do “negociado sobre o legislado”, ou seja, acordos coletivos entre trabalhadores e patrões podem sobrepor à CLT.

A classe trabalhadora brasileira poderá perder direitos trabalhistas conquistados a duras penas em décadas de lutas. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sofrerá significativos ataques com a Reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer.

 

Federação Sindical Mundial 


Centrais sindicais realizam atos em solidariedade ao povo palestino


A Federação Sindical Mundial (FSM) e as Centrais Sindicais filiadas, realizou, neste 4 de abril, Dia da Terra Palestina, atividades em solidariedade ao povo palestino e sua luta contra as ocupações israelenses em seus territórios.  A participação do embaixador da Palestina do Brasil, Ibrahin Alzeben, que fez um resgate histórico da resistência do povo e agradeceu o apoio internacional. Ele destacou o que ocorre na região “não é guerra é genocídio”, com poder bélico de Israel. 


Presentes:  Centrais sindicais, Carlos Borges da UST, CTB, Raimunda Gomes (Doquinha); Ricardo Saraiva (Big) da Intersindical e. Palestina e Israel (PAEPI), Fernanda Balbino.  No fim do encontro, foi entregue ao embaixador um documento político do ato, assinado pelas entidades participantes. Como forma de agradecimento à iniciativa, Ibrahin Alzeben presenteou o FSM com o Hata, lenço palestino que simboliza a luta palestina.

  


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